
Preço da gasolina em BH aumenta de novo, aponta pesquisa - Estado de Minas
Read More



O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto (foto), disse nesta segunda-feira (27) que, com a inflação anualizada em 12,04%, o país já teria passado pelo pior momento da crise inflacionária. Ele participa de um fórum jurídico em Lisboa, Portugal.
“A gente ainda tem no Brasil um componente de aceleração. Os últimos dois números foram, pela primeira vez, dentro da expectativa, a gente acha que o pior da inflação no Brasil já passou. A gente tem algumas medidas sendo desenhadas pelo governo, que a gente precisa entender qual vai ser o efeito disso no processo inflacionário, ainda não está claro”, disse.
Campos Neto afirmou ainda que a instituição fez quase tudo o que podia para conter a alta dos preços, com seguidos aumentos da Selic, a taxa básica de juros, que hoje está em 13,25%. Isso estaria refletido, segundo ele, na expectativa do PIB para este ano, que passou de 1% para 1,7%.
“Mas é importante dizer que o Brasil fez o processo antecipado, acreditamos que a nossa ferramenta é capaz de frear o processo inflacionário e vai frear. A gente acha que grande parte do trabalho já foi feito.”
O presidente do BC argumentou que “essa inflação tem um componente global forte e mostra que o Brasil está na média do que sempre esteve nos últimos 20 anos”.
“Ao contrário do processo inflacionário de 2013, 2014 e 2015, quando a inflação do Brasil cresceu muito acima da média mundial, essa nossa inflação está até relativamente abaixo da mediana histórica. É óbvio que temos que combater a inflação, não vamos olhar para o que está acontecendo fora e usar isso como qualquer tipo de desculpa, mas é importante conhecer os componentes.”

Governo de SP reduz ICMS de combustíveis de 25% para 18%
O governador de São Paulo, Rodrigo Garcia (PSDB), anunciou nesta segunda-feira (27) que o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) da gasolina irá cair de 25% para 18%. A decisão segue o que determina a lei federal sancionada na semana passada pelo presidente Jair Bolsonaro.
"Se hoje temos uma gasolina num preço médio de R$ 6,97, teremos um preço médio abaixo de 6,50 com essa decisão", disse Garcia.
São Paulo é o primeiro estado do país a se enquadrar na nova lei. O ICMS é um imposto estadual, compõe o preço da maioria dos produtos vendidos no país e é responsável pela maior parte dos tributos arrecadados pelos estados.
A nova regra recebeu críticas de estados e municípios pela perda de arrecadação. Em São Paulo, segundo o secretário da Fazenda, Felipe Salto, a perda estimada é de R$ 4,4 bilhões ao ano.
"Nós temos uma política de preços que é da Petrobras, que é nacional, portanto o governo de São Paulo aplica essa redução nas alíquotas, comprometendo investimentos na saúde, educação e outras áreas", disse o governador.
A arrecadação do ICMS possui um orçamento vinculado a ele, com porcentagens definidas, como 30% para a educação e 12% para a saúde. "Então, quando você reduz a arrecadação de ICMS, você tira R$ 1,2 bilhão da educação, cerca de R$ 600 milhões da saúde e assim sucessivamente", afirmou Garcia.
O governador disse ainda que com essa redução espera que a Petrobras e o governo federal evitem aumentar os preços da gasolina no país de forma recorrente como tem acontecido.
"O ICMS não é e nunca foi o vilão do preço de combustível nesse país", disse Garcia.
Governo de SP anuncia redução do ICMS e preço médio do combustível deve ficar abaixo de R$ 6,50 — Foto: ALOISIO MAURICIO/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO
Apesar da redução, cabe aos postos de gasolina a decisão de repassar a diminuição do valor para as bombas de gasolina.
"Vivemos num país capitalista, liberal, sem controle de preços. O que o Procon pode e vai fazer é a divulgação dos preços médios para identificar os postos que estão repassando a redução do ICMS na ponta e os que não estão repassando. Mas não pode multar, fazer nada além dessa divulgação", disse o governador.
O ICMS é apenas uma parte do valor total da gasolina. A formação do preço dos combustíveis é composta pelo preço exercido pela Petrobras nas refinarias, mais tributos federais (PIS/Pasep, Cofins e Cide) e estadual (ICMS), além do custo de distribuição e revenda.
Há ainda o custo do etanol anidro na gasolina, e o diesel tem a incidência do biodiesel. As variações de todos esses itens são o que determina o quanto o combustível vai custar nas bombas.

Para evitar um desgaste político ao presidente Jair Bolsonaro a menos de cem dias das eleições, o governo deve impedir que os fundos de pensão das estatais cobrem contribuição extra de seus beneficiários e das companhias patrocinadoras neste ano.
Esse pagamento seria necessário, pois os fundos acumularam déficit de R$ 36,2 bilhões no ano passado, segundo a Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (Abrapp). No primeiro trimestre deste ano, há um novo rombo de R$ 24,2 bilhões.
Pelas regras vigentes após a CPI dos fundos de pensão, em 2015, as entidades teriam que acionar um plano para equacionar o déficit com contribuições adicionais das empresas patrocinadoras e dos empregados. Ou seja, as estatais teriam que colocar dinheiro, juntamente com milhares de funcionários. Não há estimativas dos valores que seriam desembolsados por cada participante, pois isso varia de fundo a fundo.
A Abrapp aponta que pelo menos R$ 20,5 bilhões desse rombo deveriam começar a ser pagos ainda neste ano, o que afetaria principalmente funcionários de estatais como Correios (cujo fundo de pensão é o Postalis), Caixa Econômica Federal (Funcef) e Petrobras (Petros). Um universo de 200 mil empregados entre ativos e aposentados — que já estão pagando contribuições adicionais para cobrir rombos do passado — seriam afetados.
Com o objetivo de impedir que os participantes dos fundos de pensão façam novos desembolsos em um ano em que o orçamento das famílias já está sacrificado pela inflação em alta, o Conselho Nacional de Previdência Complementar (CNPC), deve suspender, em reunião marcada para quarta-feira (29), a obrigatoriedade de acionamento de plano para correção do déficit apresentado pelos fundos em 2021.
O CNPC regula o regime de previdência complementar. O governo tem maioria no colegiado, que conta com participantes das patrocinadoras, participantes e da Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc). Executivos ligados aos fundos citam, reservadamente, o ingrediente político da decisão em ano eleitoral.
O pleito foi encampado pela Abrapp, que levou a proposta ao CNPC. Na justificativa para o pedido, a entidade alega que 2021 foi um ano atípico, principalmente a partir do segundo semestre, quando as entidades foram atingidas em cheio pelo aumento significativo e rápido da taxa básica de juros, a Selic . O efeito foi maior nos fundos com aplicações concentradas em títulos do governo.
Para combater a inflação , o Banco Central (BC) elevou a taxa de juros sete vezes consecutivas, saindo de 2% em janeiro para 9,25% em dezembro em 2021 (atualmente está em 13,25%), argumentou a Abrapp. O presidente da entidade, Luis Ricardo Martins, cita ainda os efeitos da pandemia e a guerra na Ucrânia, na economia brasileira.
"Essa conjuntura muito aguda é condizente com uma excepcionalidade. A proposta da Abrapp sugere que não seja considerado para fins de equacionamento de eventual déficit o resultado isolado de 2021, mas sim a soma de 2021 e 2022, a ser apurado em 2023", disse Martins.
Integrantes do CNPC afirmam que o colegiado deve atender o pedido, mas admitem que as turbulências no mercado financeiro devem continuar diante do calendário eleitoral — o que significa que a decisão pode empurrar a conta para o próximo ano, já após as eleições de outubro.
Para o economista Fabio Giambiagi, pesquisador associado do Ibre/FGV, porém, a decisão parece um erro, análogo ao que diversos governos cometeram adiando a tão necessária reforma da Previdência.
"É muito ruim ter uma regulação que tende a ser interpretativamente rígida quando se trata de reduzir as contribuições, mas flexível quando elas deveriam subir. A resultante disso tende a ser negativa para o equilíbrio do sistema."
Os trabalhadores já pagam as contas pelo rombo do passado. No caso do Postalis, por exemplo, que foi um dos principais alvos da CPI dos fundos de pensão, a contribuição dos trabalhadores chega a 27% do valor do benefício, segundo a Associação dos Profissionais dos Correios (Adcap). O salário médio é de R$ 3 mil, segundo a entidade, o que daria uma contribuição de R$ 810. O Postalis registrou déficit de R$ 7,7 bilhões em 2021.

Os participantes da Funcef também já arcam com uma contribuição extra que chega a 19,16%. Na Petros, o extra varia entre 10,56% e 12,05% (apenas inativos). Os planos foram acionados para corrigir rombos decorrentes de má gestão no passado, investimentos indevidos e desvio de recursos, segundo especialistas do setor.
Na semana passada, o Ministério Público Federal (MPF) entrou com ação na Justiça para que Caixa aporte R$ 5 bilhões no fundo de seus funcionários. O valor foi calculado com base nas suspeitas de crimes cometidos por desvios na aplicação de recursos da Funcef investigados na Operação Greenfield. Na ação, o MPF argumenta que os valores cobrados da Caixa devem ser destinados “exclusivamente para abater as contribuições extraordinárias que estão sendo cobradas dos participantes”. O banco disse que não comenta ações judiciais em andamento.
Mesmo diante da atual situação dos fundos, o especialista Antonio Fernando Gazzoni, representante dos patrocinadores do CNPC, disse que há argumentos técnicos para que o colegiado suspenda a obrigatoriedade de equacionamentos do déficit de 2021:
"Ainda em 2021 começamos a receber das entidades fechadas pedidos de revisão da regra de equacionamento, mesmo que em caráter excepcional. Por cautela, aguardamos o início de 2022, mas o que vimos foi um agravamento na questão da volatilidade dos mercados."
Procurada a Petros informou, em nota, que acompanha “a proposta que tramita no CNPC para que o resultado das entidades em 2021 não seja considerado isoladamente para fins de equacionamento, sobretudo por ter causas estritamente conjunturais”. A entidade disse que busca “imunizar” a carteira em busca de melhores resultados. “Desde o ano passado, a Petros vem ampliando a aquisição de títulos públicos federais marcados na curva, com taxas acima da meta atuarial, em busca da rentabilidade necessária para o cumprimento das obrigações com os participantes”, diz a nota.
O Postalis disse que “vê como legítimo o pleito levado pelo segmento ao CNPC para que os participantes de fundos de pensão não sejam penalizados com mais uma cobrança de alíquotas extraordinárias”.
Já a Previ informou que a decisão do colegiado não impactará seus participantes porque o déficit é irrisório, diante do patrimônio do fundo, que supera R$ 200 bilhões. A Funcef informou, por sua vez, que 50 mil participantes já pagam contribuições adicionais e que os resultados obtidos pelo Fundo têm sido suficientes para reduzir as alíquotas para os trabalhadores. (Colaborou Glauce Cavalcanti).

O mundo está sob ameaça de uma recessão -redução da atividade econômica, com desemprego, menos produção e consumo. A possibilidade de essa crise acontecer nas maiores economias do planeta aumentou nas últimas semanas, dizem economistas. Segundo eles, isso ocorre porque EUA e Europa estão subindo os juros contra a inflação e por causa do risco de a guerra na Ucrânia afetar o fornecimento de energia a países do continente europeu. E essa situação toda vai respingar no Brasil.
A retração econômica nas maiores economias do mundo deve ocorrer entre o fim deste ano e o primeiro semestre de 2023, apontam economistas, atingindo as exportações brasileiras.
Por enquanto, o risco é de uma recessão maior na Europa que nos Estados Unidos, de duração curta —de dois a três trimestres. Se for isso, a economia do Brasil sofrerá uma desaceleração, mas sem recessão, diz o economista Rogério Studart, sênior fellow do Núcleo de Economia Política do Cebri (Centro Brasileiro de Relações Internacionais), ex-diretor executivo do Banco Mundial e do Banco Interamericano de Desenvolvimento.
Mas se a recessão nos Estados Unidos e, principalmente na Europa, for mais grave, cresce o risco de a China também ser atingida. Nesse caso, o Brasil pode entrar em recessão.
Temos uma recessão encomendada para o ano que vem. A guerra na Ucrânia agravou os gargalos na economia mundial, atingindo agora insumos básicos, como energia, e provocando inflação ainda mais forte. Na falta de ações coordenadas de políticas econômicas, um problema que vem desde a pandemia, foi colocado sobre os ombros dos bancos centrais a missão de reduzir inflação, elevando juros.
Rogério Studart
Recessão técnica ocorre quando o PIB de um país apresenta variação negativa por dois trimestres seguidos. A recessão de fato ocorre quando há uma piora dos principais indicadores econômicos de um país, como desemprego, renda da população, receitas das empresa, investimentos.
1) Juros: Taxas altas esfriam a economia porque desestimulam o consumo, encarecem o crédito e dificultam projetos de crescimento para as empresas. Pela primeira vez desde 2018, o Federal Reserve (Fed, banco central dos Estados Unidos) começou a elevar os juros e, na semana passada, acelerou essa alta. A medida serve para retomar o controle da inflação recorde de 8,6%.
Simulações do Fed apontam para um risco de 50% de a alta dos juros levar o país à recessão. A projeção é compartilhada por bancos americanos, como o Bank of America, Goldman Sachs e Dreyfus and Mellon.
O Bank of England (BOE, banco central da Inglaterra) também já subiu os juros no Reino Unido para o maior patamar desde 2009. E o Banco Central Europeu (BCE) ainda não começou a elevar as taxas, mas avisou que o processo começa em julho, podendo inclusive ser acelerado em setembro.
2) Crise de energia na Europa: A guerra na Ucrânia ameaça o suprimento de energia para a Europa. A Rússia é o principal exportador e segundo maior produtor de gás natural do mundo, sendo responsável por fatias relevantes dessa fonte de energia para grandes economias, como a de Alemanha (49%), Itália (46%) e França (24%).
A Rússia já começou a cortar a oferta de energia aos clientes europeus. Isso significa restrições à produção nas indústrias e ao consumo das famílias, afirma o economista Paulo Dutra, coordenador do curso de Economia na FAAP, professor de economia internacional e especialista em comércio internacional.
O risco de recessão está no radar, e não é pequeno, em especial para a Europa, onde a possibilidade é mais elevada em duração e intensidade. O preço maior e a menor oferta de energia afetam o consumo e a produção na economia, o que reduz a atividade.
Paulo Dutra, coordenador do curso de Economia na FAAP
3) Covid na China: Tem havido aumento no número de casos de covid-19 na China, que tem adotado medidas de restrição em cidades importantes, gerando desaceleração da economia.
O cenário de aperto nas políticas monetárias [aumento de juros] nos países desenvolvidos e desaceleração da atividade na China aumentou a probabilidade de que a economia global entre em recessão.
José Márcio Camargo, economista chefe da Genial Investimentos
Economistas dizem que a recessão deve ser mais forte e longa na Europa porque os países da região sofrerão dois impactos simultâneos —o dos juros e o da energia.
A elevação dos juros pelos bancos centrais de Estados Unidos, União Europeia e Inglaterra deve levar a uma desaceleração sincronizada global, diz o economista Adauto Lima, economista-chefe da unidade brasileira da Western Asset, gestora global que administra US$ 449 bilhões em investimentos.
Os riscos de recessão são maiores na Europa por causa do choque energético mais severo no continente que nos Estados Unidos, que são autossuficientes em energia.
Adauto Lima
Além da menor exposição ao choque de energia, a economia norte-americana entra no ciclo de aumento de juros mais saudável que a da Europa. O PIB dos Estados Unidos recuou menos que o da zona do euro em 2020 e cresceu mais em 2021.
Variação do PIB nos anos da pandemia
O Fed tem que conter a demanda em um momento em que as famílias americanas ainda têm reservas, acumuladas nos últimos anos, para consumir, e vinham se endividando, para comprar imóveis, por exemplo. Com os juros subindo, haverá uma recessão, mas não deve ser um tombo.
Rogério Studart
O impacto da recessão nas economias americana e europeia sobre países emergentes, como o Brasil, deve ser leve, caso se confirme essa expectativa de desaceleração rápida nos Estados Unidos, afirmam economistas ouvidos pelo UOL.
É provável que a recessão aqui, se ocorrer, seja menor que nos países desenvolvidos, até porque já tivemos uma forte desaceleração no ano passado. Como já atravessamos um período de grande desaceleração, sentiremos menos os efeitos desse cenário internacional.
Pedro Raffy Vartanian, professor da Universidade Presbiteriana Mackenzie
Por enquanto, as projeções feitas por economistas para o Boletim Focus, do Banco Central, aponta crescimento para o PIB brasileiro: de 1,2% neste ano e de 0,76% em 2023.
O Brasil seria afetado pela recessão nos países ricos por causa das exportações. Elas responderam no primeiro trimestre deste ano por cerca de 19% do PIB.
Se os países que mais compram do Brasil entram em recessão, ou os exportadores brasileiros vendem menos, ou os produtos caem de preço.
Países que mais compraram do Brasil em 2021
Fonte: Secretaria de Comércio Exterior do Ministério da Economia
O Brasil pode sofrer um tombo maior com uma recessão global se a crise econômica atingir com mais força a China, maior importadora dos produtos brasileiros.
Uma desaceleração mais forte lá vai afetar de forma imediata nosso setor primário, mas depois o restante da população vai sofrer também porque vai circular menos dinheiro na economia com menos exportações.
Paulo Dutra, coordenador do curso de Economia na FAAP
Se a recessão nos Estados Unidos e na Europa afetarem a demanda pelas exportações chinesas no momento em que o país ainda convive com medidas de lockdown, o gigante asiático também passa a comprar menos de seus fornecedores. Uma possibilidade que já tem provocado variações de preços em matérias-primas, como minérios e grãos.
Nos últimos anos, o crescimento da China ajudou emergentes exportadores de commodities a atravessar períodos de recessão. Mas hoje a força da economia chinesa é menor, com taxas de crescimento menores. Consequentemente, uma desaceleração mais forte nos países mais ricos tende a afetar mais os países emergentes, como o Brasil.
Adauto Lima
Apostadores fazem fila em casa lotérica | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Duas apostas feitas no Espírito Santo bateram na trave e quase levaram o prêmio de R$ 80 milhões, da Mega-Sena sorteada neste sábado (25). O sortudo, dono da bolada, é um apostador solitário de Diadema, em São Paulo.
Ao lado de outras 155 apostas que acertaram cinco números, as duas feitas no Estado são de Vitória e foram simples, mas, enquanto uma vai levar R$ 35.919,96 por ter marcado apenas as seis dezenas, a outra marcou sete e, por isso, vai levar o dobro do prêmio: R$ 71.839,92.
A de maior valor foi feita por meio de canais eletrônicos da Caixa e a outra na Lotérica Sino da Sorte. Outras 11.899 apostas acertaram quatro números e ganharam R$ 677,05.
Agora, o próximo concurso (2495) vai ser sorteado na próxima terça-feira (28) e o prêmio deve ser de R$ 35.000.000,00.
Quer receber as últimas notícias do Tribuna online? Entre agora em um de nossos grupos de Whatsapp

Nesta quarta-feira, 31, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) cortou pela quinta vez consecutiva a taxa básica de j...