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Wednesday, January 31, 2024

Bagunça deixada por Bolsonaro explica déficit recorde nas contas públicas - UOL Economia

Receita menor em 2023

O lado da arrecadação, que cresceu menos do que esperava o governo Lula, e, assim, contribuiu para aumentar o déficit fiscal, também foi impactado pela herança de ações atípicas da dupla Bolsonaro/Guedes.

Apesar dos esforços de Haddad para ampliar as receitas públicas, em que se destacam os R$ 26 bilhões apropriados de contas antigas e inativas do PIS/Pasep, a receita total do governo federal recuou o equivalente a 2,8% do PIB, em 2023. A maior perda, em relação a 2022, foi na rubrica "concessões, dividendos e royalties de petróleo", com recuo de mais de 20% entre um ano e ano. Não houve, em 2023, o perigoso esfolamento de recursos de estatais, forçadas a fornecer receitas ao governo, promovido por Bolsonaro.

A correção dos desarranjos nas contas públicas deixados por Bolsonaro não significa que, feitos os ajustes, a situação fiscal esteja resolvida. As demandas de gastos públicos sociais continuam elevadas, assim como a necessidade de manter/ampliar a infraestrutura produtiva, tarefa em parte a cargo de governos.

O governo Lula, sob a condução de Haddad, tem procurado atender à pressão por gastos públicos com reforço na arrecadação. A estratégia, contudo, tem limites — limites até estreitos pela forte oposição no Congresso a projetos de elevação de tributos e impostos.

Déficit cairá em 2024

De todo modo, a situação fiscal caminha para uma etapa de mais normalidade. Além de medidas de reforço de receitas, concorrem para isso as iniciativas de cortes de gastos, principalmente nas concessões de benefícios sociais a quem não deveria estar entre os beneficiados. Pente-fino têm sido passado na Previdência Social e no programa Bolsa Família.

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Mega Sena acumula e prêmio chega a R$ 83 milhões - O Dia

Nenhum apostados acertou as seis dezenas do concurso 2.682 da Mega-Sena. O sorteio foi realizado na noite dessa terça-feira (30), no Espaço da Sorte, em São Paulo. O prêmio acumulou e está estimado em R$ 83 milhões.

As dezenas sorteadas foram 04 – 17 – 29 – 30 – 52 – 58.

A quina teve 83 ganhadores e cada um vai receber R$ 53.385,65. Os 5.942 acertadores da quadra terão um prêmio de R$ 1.065,29.

As apostas para o concurso 2.683, a ser realizado nesta quinta-feira (1º), podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa em todo o país ou pela internet.

O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 5.

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Tuesday, January 30, 2024

Focus: mercado reduz mais uma vez estimativa de inflação para 2024 - Metrópoles

Os cerca de 150 analistas do mercado financeiro consultados pelo Banco Central (BC) voltaram a reduzir a estimativa de inflação para 2024. É o que mostra a quinta edição deste ano do Relatório Focus, divulgada nesta terça-feira (30/1).

De acordo com o boletim, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial do país, deve terminar o ano em 3,81%, ante 3,86% projetados na semana passada. Há quatro semanas, a estimativa era de 3,90%.

Segundo o Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta de inflação para este ano é de 3%. Como há um intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, a meta será cumprida se ficar entre 1,5% e 4,5%. O mercado espera, portanto, que a inflação fique dentro da meta neste ano.

Em relação ao ano que vem, os economistas consultados pelo BC mantiveram a projeção em 3,50%. Para 2026, o índice esperado também permaneceu o mesmo, em 3,50%.

Em 2023, o IPCA terminou em 4,62%, abaixo do teto da meta. Foi a primeira vez em três anos que a inflação ficou dentro do patamar estipulado pelo CMN.

PIB

Segundo o Focus, o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil para 2024 deve ter crescimento de 1,6%, a mesma estimativa da semana passada. Para 2025 e 2026, a previsão de crescimento da economia manteve-se em 2%.

No terceiro trimestre de 2023, o PIB brasileiro desacelerou, mas veio acima das projeções dos analistas e registrou leve alta de 0,1%, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Especialistas e o próprio governo trabalham com um crescimento de cerca de 3% do PIB em 2023.

Selic

Em relação à taxa básica de juros da economia, a Selic, o mercado financeiro manteve a estimativa para o fim de 2024 em 9% ao ano. Para 2025 e 2026, a projeção segue em 8,5% ao ano.

Na última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) em 2023, a Selic foi reduzida em 0,5 ponto percentual, fechando o ano passado em 11,75% ao ano. Foi o quarto corte da taxa básica de juros desde agosto. A próxima reunião do colegiado, a primeira de 2024, está marcada para hoje e amanhã (30 e 31 de janeiro).

A taxa básica de juros é o principal instrumento do BC para controlar a inflação. A Selic é utilizada nas negociações de títulos públicos emitidos pelo Tesouro Nacional no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas da economia.

Dólar

Os analistas consultados pelo BC mantiveram também a projeção para o dólar em 2024 em R$ 4,92. Para 2025, a estimativa permaneceu em R$ 5. Para 2026, ficou em R$ 5,05.

Relatório Focus

O Relatório Focus resume as expectativas de mercado coletadas até a sexta-feira anterior à sua divulgação. O BC torna público o material às segundas-feiras. Nesta semana, excepcionalmente, como resultado de uma mobilização dos servidores públicos, a divulgação ocorreu numa terça-feira.

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Monday, January 29, 2024

Contas públicas registram déficit de R$ 230,5 bi, segundo pior da história - VEJA

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As contas do governo central, que englobam Tesouro Nacional, Banco Central e Previdência Social, registraram déficit primário de 230,5 bilhões de reais em 2023. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira, 29, pela Secretaria do Tesouro Nacional, o que representa 2,1% do produto interno bruto (PIB). Para 2024, governo segue perseguindo meta de déficit zero, ou seja.

O saldo final do ano passado é o segundo pior da série histórica iniciada em 1997, melhor apenas que o resultado de 2020, quando o governo teve rombo de 940 bilhões de reais em meio à pandemia de Covid-19. O déficit primário ocorre quando os gastos do governo superam a arrecadação  de impostos. Quando as receitas superam as despesas, há superávit.

Rombo

O resultado de 2023 está acima da projeção do Orçamento de 2023, que previa déficit de 228,1 bilhões de reais. A última projeção, de novembro, estimava resultado negativo de 177,4 bilhões de reais.

De acordo com o Tesouro, o resultado foi impactado diretamente pelo pagamento de precatórios. Em 2023, foram pagos aproximadamente 92,4 bilhões de reais em razão de uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que determinou que a União quitasse a dívida com precatórios acumulada em 2022, em razão da “PEC dos Precatórios”, que limitou esses gastos. Precatórios são títulos de dívidas do governo federal reconhecidas definitivamente pela Justiça.

Em novembro de 2023, o STF atendeu a um pedido do governo e permitiu o uso de créditos extraordinários aprovados pelo Congresso para pagamento de precatórios, até 2026.

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Sunday, January 28, 2024

Comerciantes esperam aumento de 15% nas vendas durante o carnaval - SBT

A procura por fantasias e adereços para o carnaval deste ano também tem deixado comerciantes da 25 de Março, na capital paulista, em clima de festa. A expectativa é de aumento de 15% nas vendas, em comparação com o ano passado.

Pelas ruas do maior centro comercial popular da América Latina, o grande movimento de pessoas já começa a refletir nos lucros. "Está bem aquecido desde a semana passada. Nós estamos apostando em um aumento de vendas, pelo jeito, está dando um sinal positivo", observa um comerciante.

Para a estilista Danielle Tereza, que há 10 anos cria fantasias sob medida para o carnaval, a demanda, este ano, está bem maior. "Teve bastante aumento sim, eu senti. Ano passado, as pessoas ainda estavam meio com medo, 'acabou de acabar a pandemia'. Agora, as pessoas acho que relaxaram e estão querendo viver, curtir o carnaval, e celebrar a vida e a saúde", pondera a estilista.

O movimento é tanto que as provas de fantasia são feitas até no fim de semana. Uma das clientes da Danielle chegou no ateliê para experimentar um traje de carnaval que ela encomendou em novembro do ano passado. "Hoje estou fazendo a primeira prova. Tem esse modelo e outro que vou usar nos blocos que participo", ela conta.

Para quem deixa a fantasia para última hora, um alerta: dos mais de 15 milhões de foliões que devem curtir o carnaval em São Paulo, cerca de dois milhões deixam para última hora, segundo o comerciante da 25 de Março.

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Saturday, January 27, 2024

Mega-Sena tem dezenas sorteadas e pode pagar R$ 66 milhões; veja os números - Terra

Sorteio foi realizado na noite deste sábado, 27, em São Paulo

27 jan 2024 - 20h11

(atualizado às 20h11)

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Petrobras bate recorde e atinge R$ 525,6 bilhões em valor de mercado - UOL Economia

A Petrobras bateu recorde nesta semana de valor de mercado, chegando a R$ 525,6 bilhões na B3, a Bolsa de Valores de São Paulo.

O que aconteceu

Cifra supera o recorde anterior, que era de R$ 525 bilhões, registrado em outubro de 2023.

O presidente da estatal, Jean Paul Prates, comemorou os resultados. "A Petrobras voltou e é só o começo", disse sobre a empresa, que completou 70 anos em outubro.

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Friday, January 26, 2024

Sob gestão de Marcio Pochmann, IBGE antecipa divulgação do IPCA-15 e vira chacota do mercado - Revista Oeste

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou na manhã desta sexta-feira, 26, os dados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15) de janeiro. A divulgação ocorreu antes do horário previsto.

Os dados do IPCA-15, que vieram melhores do que o esperado pelo mercado, com desaceleração e com alta consolidada de 0,31%, foram divulgados por volta das 8h. Tratou-se uma hora antes do previsto no sistema Sidra para a divulgação do indicador.

Saiba mais: IBGE volta a chamar favela de… favela

Sidra é a sigla para Sistema IBGE de Recuperação Automática. É a plataforma na qual os dados de pesquisas realizadas pelo instituto podem ser acessados em quadros, gráficos e cartogramas.

Imediatamente, os dados começaram a circular entre os analistas. E o IBGE se tornou chacota em grupos de WhatsApp e perfis de rede sociais do mercado financeiro.

IBGE diz que apura problema técnico

O IBGE informou que o vazamento de dados foi decorrente de um “problema técnico”. O órgão ainda avisou que está apurando as causas para tomar as devidas providências.

Saiba mais: Marcio Pochmann é nomeado presidente do IBGE

“O IBGE relata que, diante de um problema técnico computacional de horários em seus equipamentos servidores, este processo, que é automático, acabou sendo adiantado em uma hora”, afirmou o instituto.

Gestão de Marcio Pochmann começa a preocupar o mercado

Marcio Pochmann foi nomeado novo presidente do IBGE em agosto de 2023. Ele, que é petista, chegou ao cargo por uma decisão pessoal do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva.

A nomeação pegou de surpresa até Simone Tebet, ministra do Planejamento e Orçamento, pasta à qual o instituto está vinculado.

Tebet nega ligação
Simone Tebet é a ministra do Planejamento e Orçamento; Pochmann chegou ao IBGE sem o aval direto dela | Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

A gestão de Pochmann vem preocupando o mercado desde o fim de 2023. Já no ano passado, ele chegou a declarar que a comunicação “do passado” adotada pelo IBGE “ficou para trás”.

“A comunicação do passado era aquela em que o IBGE produzia as informações, os dados, fazia uma coletiva e transferia a responsabilidade para o grande público através dos meios de comunicação tradicional”, disse Pochmann. “Isso ficou para trás.”

Em outra ocasião, o presidente do instituto criticou a produção de estatísticas no Brasil, que, segundo ele, foi construída somente a partir de práticas respaldadas em países do Ocidente, como Inglaterra, Estados Unidos e França.

Saiba mais: J.R. Guzzo: ‘Pochmann é o pior chefe que o IBGE poderia ter’

Para Pochmann, o IBGE deveria olhar para as práticas da China, pois haveria uma “mudança de época” em andamento.

A fala de Pochmann gerou críticas de pesquisadores e especialistas. Entre eles, Martha Mayer, ex-diretora de pesquisas do IBGE e integrante da Comissão Consultiva do Censo Demográfico 2022, que escreveu um artigo em que salienta como a China não é um exemplo na área.

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Thursday, January 25, 2024

IA não vai substituir assessor de investimento e profissão vai “explodir” no Brasil, diz CEO da XP - InfoMoney

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A profissão de assessor de investimentos é a quinta mais desejada nos Estados Unidos e no Brasil ainda é desconhecida de muita gente, mas “vamos ter uma explosão gigantesca desse profissional”, disse Thiago Maffra, CEO da XP, durante o Smart Summit 2024, evento que conta com a cobertura especial do InfoMoney. Para Maffra, é um grande erro achar que a tecnologia vai substituir o humano.

Com cerca de 7 mil colaboradores diretos e 14 mil indiretos, a XP, que detém 11% do mercado de independentes, está investindo no binômio gente e qualidade, estimulando o potencial de cada profissional. Na visão de Maffra, potencial não está relacionado a QI, mas a curiosidade, capacidade de escutar, estudar e se desenvolver.

“O principal fator que determina o potencial de uma pessoa é sua curiosidade. Se ela sabe escutar, se estuda e corre atrás para se desenvolver, ela se reinventa. O profissional do futuro precisa ter curiosidade e estar aberto, porque os modelos de negócios vão ser diferentes”, afirmou Maffra.

Conteúdo Grupo Primo

As estratégias que Luiz Barsi utiliza para identificar as grandes barganhas da Bolsa

O Método Barsi de Dividendos

O CEO da XP acredita no equilíbrio da tecnologia com o humano. A tecnologia, segundo Maffra, pode liberar o tempo do assessor em atividades processuais, mas nada substitui o relacionamento com o cliente.

Com relação aos líderes, Maffra ressalta a importância de estar aberto às mudanças. “Não adianta lutar contra as mudanças. É preciso estar aberto para o futuro”, diz.

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Leilão da Receita Federal inicia fase de propostas nesta quinta-feira (25); veja o que saber antes de participar - G1

Produtos disponíveis no leilão da Receita Federal, que começa no dia 25 de janeiro — Foto: Divulgação/ Receita Federal

Produtos disponíveis no leilão da Receita Federal, que começa no dia 25 de janeiro — Foto: Divulgação/ Receita Federal

A Receita Federal abre nesta quinta-feira (25) a fase de apresentação de propostas de um leilão realizado pela delegacia de Ribeirão Preto (SP) tanto para pessoas físicas quanto jurídicas.

Os interessados têm até segunda-feira (29) para se cadastrar pelo Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC), escolher os lotes e propor os valores de compra. As melhores propostas serão levadas à sessão pública marcada para o dia 30, às 10h, quando os participantes terão uma hora para darem lances e arrematarem os produtos.

O leilão de número 0810900/000003/2023 tem ao todo 74 lotes, com preços iniciais que variam entre R$ 200 e R$ 250 mil (confira abaixo a tabela com todos os valores). Drones, carretas, roupas de grife, pneus e smartphones são algumas das mercadorias que podem ser adquiridas.

Veja o que é preciso saber antes de participar do leilão da Receita Federal:

  1. Como funciona a apresentação de propostas?
  2. Posso dar uma olhada nos produtos antes?
  3. Quem passa para a fase de lances?
  4. O que acontece na 'sala de disputa'?
  5. Fiz o melhor lance. Até quando devo pagar?
  6. Se eu não pagar, o que acontece?
  7. Onde retiro as mercadorias?
  8. O que preciso fazer se comprar veículos?
  9. Posso vender os produtos que comprei?
Site do e-CAC, da Receita Federal — Foto: Reprodução/ e-CAC

Site do e-CAC, da Receita Federal — Foto: Reprodução/ e-CAC

Como funciona a apresentação de propostas?

O interessado deve se cadastrar no e-CAC com uma conta gov.br ouro ou prata e selecionar o leilão de número 0810900/000003/2023. Em seguida, tem acesso aos lotes de acordo com o perfil.

Caso tenha se habilitado como pessoa física, poderá verificar e apresentar valores integrais para os lotes 4 a 8, 29, 30, 31, 33, 34, 39, 40, 43 a 51, 53, 54, 55, 67 a 71 - não há como fazer propostas para aquisição parcial. Caso seja pessoa jurídica, poderá conferir os 74 lotes.

Nesta etapa do processo, somente o proponente tem acesso aos valores apresentados por ele, que são consideradas confidenciais inclusive para a Receita Federal. As propostas devem ser feitas até as 21h de segunda-feira (29).

Posso dar uma olhada nos produtos antes?

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Quem passa para a fase de lances?

Na seleção, a ser realizada às 9h do dia 30, a plataforma digital seleciona automaticamente os classificados de acordo com a situação cadastral do proponente - que é desclassificado caso tenha impedimentos administrativos ou algum tipo de vínculo com a Receita, por exemplo - e pelo valor da proposta.

A partir das 10h, quando é aberta a sessão pública, a única informação pública é o valor do melhor lance. O número de participantes na disputa e os números do CPF e do CNPJ de quem faz as ofertas são confidenciais. Qualquer pessoa pode acompanhar em tempo real o leilão pelo site da Receita Federal.

Caso não possa acontecer na data programada, a sessão poderá ser remarcada para o próximo dia útil.

O que acontece na 'sala de disputa'?

Uma vez dentro da plataforma, o proponente poderá começar a elevar suas propostas quando o edital aparecer com a mensagem “aberta sessão para lance” e com o lote constando como "aberto para lance."

Para facilitar a visualização, é possível aplicar um filtro para acompanhar somente os lotes de que o proponente está participando.

Ao longo da negociação, você conseguirá conferir se está perdendo, se está ganhando e qual é até aquele momento o melhor lance apresentado. Ao mesmo tempo, um cronômetro aponta o tempo restante do leilão e a tela é atualizada automaticamente a cada 20 segundos.

Somente é possível ofertar valores que estejam acima dos melhores e, uma vez confirmados, não se pode desistir deles. Lances que superem em 100% ou mais os melhores, por outro lado, estarão sujeitos a uma tela de confirmação específica, como forma de prevenir envios por erros de digitação.

Em caso de empate, o leilão daquele lote será reaberto para uma nova disputa final entre os concorrentes. Caso ainda permaneça, o lote será excluído da sessão pública para aplicação de outros critérios de desempate.

Fiz o melhor lance. Até quando devo pagar?

Depois que é finalizada a sessão pública, o pagamento deve ser feito pelo vencedor integralmente até um dia útil depois que ele é considerado vencedor do leilão ou em sete dias corridos, mas com incidência de multa moratória.

Para agilizar o processo e a entrega dos lotes, a recomendação é que o pagamento do Documento de Arrecadação de Receitas Federais (DARF) emitido pelo sistema de leilão seja feito por meio de leitura ou digitação de código de barras nos canais bancários.

Nos mesmos moldes, por meio de Documento de Arrecadação de Receitas Estaduais (Dare SP), também é preciso recolher o ICMS referente ao lote adquirido com base em uma tabela disponível em um dos anexos do edital do leilão. O cálculo deve ser feito pelo próprio comprador. Em dois lotes - 14 e 19 - também há previsão de taxas de armazenagem.

Se eu não pagar, o que acontece?

A falta de pagamento nos prazos previstos no edital pode ocasionar problemas para o vencedor do leilão. Além de perder direito de obter o lote, ele está sujeito às seguintes penalidades administrativas:

  • não pode firmar contratos com a administração pública por três anos;
  • deverá pagar multa de 20% sobre o preço mínimo do lote, que deverá ser recolhida em até 30 dias.

Onde retiro as mercadorias?

Quem arrematar os produtos terá que retirá-los no respectivo depósito da Receita Federal em até 30 dias mediante agendamento prévio. No estado de São Paulo, o órgão tem mercadorias armazenadas em unidades instaladas em dez cidades. Consulte onde estão os lotes:

  • lotes 1 a 8 (Santos)
  • lotes 9 a 11(São Paulo)
  • lotes 12 e 13 (São Bernardo do Campo)
  • lotes 14 a 19 (Aeroporto Internacional de Guarulhos)
  • lotes 20 a 24 (Campinas)
  • lotes 25 a 55 (Araraquara)
  • lotes 56 e 57 (Sorocaba)
  • lote 58 (São José do Rio Preto)
  • lote 59 (Taubaté)
  • lotes 60 a 74 (Bauru)
Carro modelo VW Gol pode ser arrematado em leilão da Receita Federal de Ribeirão Preto a partir de R$ 15 mil — Foto: Divulgação/Receita Federal

Carro modelo VW Gol pode ser arrematado em leilão da Receita Federal de Ribeirão Preto a partir de R$ 15 mil — Foto: Divulgação/Receita Federal

O que preciso fazer se comprar veículos?

Quem comprar veículos ficará responsável por todas as custas de regularização junto aos órgãos de trânsito. Débitos anteriores, no entanto, como multas e infrações, não são de responsabilidade do novo proprietário.

Isso porque, no recebimento do automóvel, o comprador receberá um "Comprovante da Decisão que Aplica a Pena de Perdimento de Veículo em favor da União" que permitirá a solicitação de um novo certificado de registro e licenciamento.

Posso vender os produtos que comprei?

Bens arrematados por pessoas físicas somente são destinados a consumo. Pessoas jurídicas, por sua vez, estão de um modo geral liberadas a comercializar, com exceção dos seguintes lotes reverentes a celulares e acessórios: 29, 30, 40, 43, 44, 45, 46, 47, 48, 49, 50, 51, 67, 68, 69, 70 e 71.

VÍDEOS: Tudo sobre Ribeirão Preto, Franca e região

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Wednesday, January 24, 2024

Financiamento imobiliário em 2023 foi de R$ 251 bi, diz Abecip; alta é de 4% ante 2022 - InfoMoney

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O crédito imobiliário encerrou o ano de 2023 com R$ 251 bilhões em concessões no país, de acordo com a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). O número é 4% maior que o de 2022, e faz com que 2023 seja o segundo melhor ano da série histórica, atrás apenas de 2021.

O presidente da Abecip, Sandro Gamba, afirmou, durante coletiva de imprensa, que o resultado foi puxado pelos financiamentos com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), que cresceram 59%, para R$ 98 bilhões, o melhor patamar da história. Os financiamentos com recursos da poupança caíram 15%, para R$ 153 bilhões, em um cenário de menor disponibilidade de recursos nas cadernetas, e de juros mais elevados.

“Mesmo com a queda, o crédito SBPE poupança teve o terceiro melhor ano da série em 2023”, disse Gamba.

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No ano passado, foram financiadas 994 mil unidades habitacionais no Brasil, sendo que 500 mil receberam o crédito através da poupança e o restante via FGTS.

Os números do FGTS incluem os empreendimentos do Minha Casa Minha Vida, além da linha pró-cotista, feita quase que exclusivamente pela Caixa Econômica Federal.

No financiamento à aquisição pelo mutuário final com recursos da poupança, houve queda de 16%, para R$ 113,1 bilhões. O financiamento via poupança para a construção de imóveis teve queda de 11%, para R$ 39,9 bilhões.

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Gamba afirmou ainda que os indicadores de inadimplência da carteira seguem positivos: os atrasos respondiam por 1,4% do saldo total de crédito em dezembro de 2023, 0,1 ponto porcentual abaixo do final de 2022. “A carteira de crédito imobiliário do setor está bastante positiva, bastante equacionada.”

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GM se reúne com Lula e anuncia investimento de R$ 7 bilhões no Brasil - UOL Carros

"As demissões foram feitas em uma conjuntura específica para ajuste na nossa produção. Pontuais e com dor no coração, mas a previsão da GM é de continuar investindo e crescendo", afirmou o executivo.

Seis lançamentos confirmados para 2024

Presidente da operação local da General Motors, Santiago Chamorro voltou a mencionar que haverá seis lançamentos da Chevrolet no mercado brasileiro ao longo deste ano. Essa informação já era pública, mas somente agora a GM revelou que as novidades de 2024 integram o investimento bilionário anunciado nesta quarta-feira.

"São seis lançamentos para este ano em 2024. Já anunciamos Blazer e Equinox EV [versão totalmente elétrica do SUV médio], além da nova Spin, que vem carregada de novidades. Temos outros três que ainda não posso revelar, mas todos fazem parte do ciclo anunciado aqui"

O executivo disse, ainda, que, ao menos em nosso mercado, onde o etanol é uma alternativa real de mobilidade mais limpa e sustentável, a eletrificação total não será o caminho a ser seguido nos próximos anos.

"Estamos no ambiente de dar aos nossos clientes a oportunidade de testar as tecnologias. Hoje não acreditamos que seja apenas uma solução e temos que levar em consideração a vantagem ambiental de cada uma".

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Barros elogiou Lula, mas corteja Bolsonaro por vaga de Moro - O Antagonista

Ex-líder do governo Jair Bolsonaro na Câmara dos Deputados, Ricardo Barros (PP) chamou a atenção na segunda-feira, 22, por elogiar o programa do governo Lula de incentivo à indústria. Questionado sobre o assunto em entrevista à CNN Brasil nesta quarta-feira, 24, o deputado federal licenciado disse que não precisa se explicar, mas se explicou.

Barros disse que se manifestou como secretário de Indústria e Comércio do Paraná, cargo que ocupa atualmente. “Estamos animados com os recursos que foram anunciados”, comentou.

O deputado licenciado disse que em sua cidade, Maringá (PR), sempre esteve em uma posição contrária ao Partido dos Trabalhadores, mas que, em nível nacional, a história é diferente. Ele lembrou que, além de líder do governo Bolsonaro, também foi líder do governo Fernando Henrique Cardoso, vice-líder do governo Lula, vice-líder do governo Dilma Rousseff e ministro do governo Michel Temer.

“Nós somos o centro, nós somos o Progressistas, nós somos o partido que dá governabilidade”, resumiu.

De olho na vaga de Moro

Barros também foi questionado sobre os planos para concorrer à cadeira de Sergio Moro no Senado, que ainda não está vaga.

“O Ministério Público Eleitoral já deu parecer contra a permanência do mandato do ministro [senador] Sergio Moro, a favor da sua cassação, então o julgamento deve ocorrer em pouco tempo e, havendo a cassação do senador Sergio Moro, eu vou concorrer ao Senado”, disse o deputado licenciado, que aproveitou para apresentar seu currículo político no Paraná, de “35 nos de vida pública”.

“Meu partido já me autorizou, tanto o nacional quanto o estadual, a representar o Progressistas nessa disputa suplementar, que deve ocorrer ainda este ano no Paraná”, comentou, acrescentando que pretende contar com o apoio de Bolsonaro na empreitada: “Espero ter [o apoio], fui um leal defensor de seu governo lá no Congresso Nacional”.

A costura

O PL de Bolsonaro é o autor de uma das duas ações que questionam a eleição de Moro, por ele supostamente ter se beneficiado do do uso de recursos da pré-candidatura à Presidência da República — a outra é do PT. Paulo Martins (PL), que ficou em segundo lugar na eleição para o Senado no Paraná, é quem apresentou a ação do PL, e deve tentar concorrer numa possível eleição suplementar.

“O momento de cada partido é ter seus próprios candidatos. Mas nós vamos fazer uma costura quando se consolidar a oportunidade dessa vaga”, disse Barros.

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Tuesday, January 23, 2024

Governo arrecada R$ 2,31 trilhões em receitas federais em 2023 - Agência Brasil

A arrecadação total das receitas federais fechou, no ano passado, em pouco mais de R$ 2,31 trilhões, informou nesta terça-feira (23) o Ministério da Fazenda. O valor apresenta uma queda de 0,12% em relação a 2022, descontada a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). 

Em dezembro do ano passado, a arrecadação totalizou R$ 232,22 bilhões. O valor representa um crescimento real de 5,15% em relação a dezembro de 2022, descontado o IPCA.

Quanto às receitas administradas pela Receita Federal, o valor arrecadado, em dezembro de 2023, foi R$ 225,1 bilhões, representando um acréscimo real, medido pelo IPCA, de 5,48%, enquanto no período acumulado de janeiro a dezembro de 2023, a arrecadação alcançou R$ 2,204 trilhões, registrando acréscimo real pelo IPCA de 1,02%.

Segundo o Ministério, o resultado da arrecadação foi influenciado por alterações na legislação tributária e por pagamentos atípicos, especialmente do Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ), da Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido (CSLL), tanto em 2022 quanto em 2023.

“Sem considerar os fatores não recorrentes, haveria um crescimento real de 3,05% na arrecadação do período acumulado e um acréscimo real de 4,54% na arrecadação do mês de dezembro”, explicou o ministério.

A pasta informou ainda que os principais fatores que, em conjunto, contribuíram para o resultado de 2023 foram o desempenho dos principais indicadores macroeconômicos que influenciam a arrecadação de tributos, a exemplo da produção industrial, massa salarial, valor em dólar das importações e venda de bens e serviços.

Também contribuíram para o resultado o desempenho da arrecadação da Receita Previdenciária, que registrou crescimento real de 5%, e o crescimento real de 21,60% da arrecadação do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte Capital (IRRF), especialmente nos itens títulos e fundos de renda fixa.

Os destaques apontados pela Receita Federal, no mês de dezembro, foram o IRRF-Rendimentos de Capital, que apresentou uma arrecadação de R$ 25,2 bilhões, resultando em um crescimento real de 21,57%, decorrente dos acréscimos nominais de 26,30% na arrecadação de aplicações de Renda Fixa de pessoas físicas e jurídicas, e de 1,44% na arrecadação de fundos de Renda Fixa.

Também foram arrecadados R$ 3,9 bilhões decorrentes da tributação dos fundos de investimento no país e da renda auferida por pessoas físicas residentes no país em aplicações financeiras, entidades controladas e trusts no exterior.

A arrecadação do PIS/Pasep e da Cofins fechou o mês de dezembro em R$ 39,6 bilhões, representando crescimento real de 12,15%. Esse desempenho é explicado pela combinação do acréscimo real de 4,30% no volume de vendas e decréscimo real de 0,30% no volume de serviços entre novembro de 2022 e novembro de 2023.

Além de modificação da tributação incidente sobre diesel, gasolina e álcool; e aumento de 3% no montante das compensações tributárias.

Já a Receita Previdenciária alcançou uma arrecadação de R$ 79 bilhões, representando crescimento real de 2,92%.

“Esse resultado pode ser explicado pelo aumento real de 9,08% da massa salarial. Além disso, houve crescimento de 25% nas compensações tributárias com débitos de Receita Previdenciária em razão da Lei 13.670/18”, disse o ministério.

O IRRF-Rendimentos de Residentes no Exterior apresentou uma arrecadação de R$ 10,1 bilhões, representando crescimento real de 8,67%.

No período de janeiro a dezembro do ano passado, os destaques ficaram para a Receita Previdenciária, que totalizou uma arrecadação de R$ 620,31 bilhões, com crescimento real de 5%. Esse desempenho é explicado pelo crescimento real de 7,90% da massa salarial. Além disso, houve crescimento de 32% nas compensações tributárias com débitos de Receita Previdenciária.

Em relação ao IRRF-Rendimentos de Capital houve uma arrecadação de R$ 123,6 bilhões, resultando em um crescimento real de 21,60%.

Já o PIS/Pasep e a Cofins apresentaram, no conjunto, uma arrecadação de R$ 435,7 bilhões, representando crescimento real de 2,4%.

Segundo a Receita Federal, esse desempenho é explicado pela combinação dos aumentos reais de 3,54% no volume de vendas e de 3,08% no volume de serviços entre dezembro de 2022 e novembro de 2023, em relação ao período compreendido entre dezembro de 2021 e novembro de 2022. Também contribuiu para o resultado o retorno gradativo da tributação relativa ao setor de combustíveis (gasolina, álcool e diesel) e pelo aumento de 12,5% no montante das compensações tributárias.

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Governo arrecada R$ 2,31 trilhões em receitas federais em 2023 - Agência Brasil
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Conta de luz dos brasileiros deve subir 5,6% em média em 2024, diz Aneel - G1

A conta de luz dos brasileiros deve subir, em média, 5,6% em 2024, indica projeção da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) divulgada nesta terça-feira (23).

Em 2023, a Aneel havia estimado um aumento médio de 6,8% nas tarifas das distribuidoras. Contudo, a alta verificada foi de 5,9%.

Três fatores influenciam o aumento da conta de luz:

  • a energia contratada no mercado cativo – nome usado quando a pessoa não pode escolher de quem receber a energia, e é "obrigada" a comprar da distribuidora local;
  • a expansão da rede de transmissão;
  • a conta de subsídios, que tem crescido nos últimos anos.

A Aneel reajusta anualmente as tarifas de energia cobradas pelas distribuidoras, na data de "aniversário" de concessão.

Os reajustes levam em consideração fatores como o custo da geração e transmissão de energia, além de encargos setoriais. Também são considerados os custos próprios da operação da distribuidora e a inflação no período.

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Entenda a sua conta de luz

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Valor recorde de subsídios

Em 2024, os subsídios devem alcançar o maior valor da série histórica da Aneel, somando R$ 37,2 bilhões. Os encargos pagos pela Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), que agrupa os subsídios arcados pelo consumidor de energia.

A maior parte do valor – R$ 32,7 bilhões (88%) – será bancada diretamente pelos consumidores de energia em 2024, por meio de dois encargos incluídos nas contas de luz.

A CDE tem como receitas:

  • multas aplicadas pela Aneel;
  • recursos de pesquisa e desenvolvimento não utilizados pelas empresas;
  • valores pagos pelas hidrelétricas pelo uso do bem público;
  • recursos da Reserva Global de Reversão (RGR), um encargo pago por geradores, transmissores e distribuidoras;
  • aportes do Tesouro Nacional;
  • cotas pagas pelos consumidores.

Ao longo dos anos, com o aumento da CDE e a redução da participação da União no fundo, os consumidores tiveram que arcar com a maior parte dos custos.

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Conta de luz dos brasileiros deve subir 5,6% em média em 2024, diz Aneel - G1
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Bolsa já tem saída de R$ 4,4 bilhões de estrangeiros em 2024 com ajuste em apostas sobre juro nos EUA - InfoMoney

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SÃO PAULO (Reuters) – A bolsa brasileira já acumula em janeiro um saldo de capital externo negativo de mais de 4 bilhões de reais, em movimento determinado principalmente pela reprecificação nas expectativas sobre o começo e a magnitude dos cortes de juros pelo Federal Reserve nos Estados Unidos.

Após a euforia do final de 2023, com muitos investidores apostando que uma primeira redução ocorreria em março, dados robustos da economia norte-americana neste começo de ano e declarações cautelosas de membros do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) do Fed frearam o otimismo.

Na última sexta-feira, a probabilidade de um corte da taxa em março precificada nos contratos futuros de juros dos EUA era inferior a 50%. Uma semana antes, era de quase 80%.

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Na B3, tal movimento se refletiu na saída líquida de 4,4 bilhões de reais de estrangeiros em janeiro até o dia 19, com as vendas de ações por esses participantes superando as compras consecutivamente nos últimos quatro pregões do período analisado. Só no dia 19, o déficit somou 3,45 bilhões de reais.

O saldo negativo ocorre após uma entrada total de quase 38,5 bilhões de reais na bolsa paulista nos últimos dois meses do ano passado, em dados que consideram apenas as negociações no mercado secundário de ações. Em todo o ano de 2023, o saldo ficou positivo em 44,85 bilhões de reais.

De acordo com a avaliação de Jerson Zanlorenzi, responsável pela mesa de ações do BTG Pactual, a maior parte desse movimento é explicada por uma piora no apetite a risco no mercado internacional, principalmente em relação a emergentes, seguindo o ajuste nas expectativas em relação aos juros nos EUA.

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“O mercado reprecificou um pouco a euforia do final do ano passado… e isso trouxe um movimento de realização de lucros também”, observou. No caso do Ibovespa, após fechar 2023 acima dos 134 mil pontos, a queda no mês até o dia 19 somou 4,9%. Nesta sessão, marcava 127.959,94 pontos.

Para Zanlorenzi, o comportamento do fluxo de estrangeiros é muito mais uma questão global do que algo específico do Brasil. Ele ponderou que houve um aumento recente do noticiário de Brasília, principalmente questões fiscais, mas que são temas que já estavam no radar.

Ele considera o movimento como um ajuste pontual da euforia do ano passado e que, no médio e longo prazos, a tendência de apetite a risco e queda de juros nos EUA deve continuar.

O recuo de pouco mais de 5% do índice MSCI de mercados emergentes no ano até a última sexta-feira avaliza a tese de se tratar de uma questão global envolvendo emergentes, uma vez que o rendimento do Treasury de 10 anos passou de 3,86% para 4,146% no período.

O Fomc reúne-se na próxima semana e, embora o consenso aponte para a manutenção da taxa básica de juros, o comunicado que acompanhará a decisão no dia 31 ajudará a calibrar as apostas sobre os próximos movimentos de política monetária do banco central da maior economia do mundo.

Antes, as atenções devem continuar voltadas aos dados econômicos dos EUA e, nesta semana, um dos destaques é o índice de preços de gastos com consumo (PCE, na sigla em inglês) de dezembro, uma medida de inflação bastante acompanhada pelo Fed.

Pesquisa da Reuters divulgada nesta terça-feira mostrou que a expectativa majoritária de 123 economistas consultados é de que o banco central comandado por Jerome Powell esperará até o segundo trimestre antes de cortar as taxas de juros, com junho sendo considerado mais provável do que maio.

Essa maioria também prevê uma menor flexibilização para este ano do que os mercados financeiros têm precificado.

Em relatório recente, economistas do JPMorgan afirmaram esperar que o Fomc enfatize a paciência e o progresso na sua reunião no final do mês, enquanto veem BCs de outras economias desenvolvidas igualmente relutantes em recuar nas suas políticas restritivas até terem mais evidências de desinflação.

Em entrevista na semana passada, o presidente-executivo da B3, Gilson Finkelsztain, afirmou que vê muitos investidores estrangeiros vindo ao Brasil, conversando com as empresas com muito interesse, mas ponderou que observa um receio deles para investir pesadamente.

Na visão do executivo, esse movimento só ocorrerá quando houver um pouco mais de clareza sobre a política monetária dos Estados Unidos.

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Bolsa já tem saída de R$ 4,4 bilhões de estrangeiros em 2024 com ajuste em apostas sobre juro nos EUA - InfoMoney
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Monday, January 22, 2024

Uso de cheques no Brasil cai 95% desde 1995 - Agência Brasil

O número de cheques usados pelos brasileiros em 2023 apresentou queda de 17% em relação ao ano de 2022, segundo informou nesta segunda-feira (22) a Federação Brasileira de Bancos (Febraban). No ano passado, foram compensados 168,7 milhões de cheques. Na comparação com 1995, início da série histórica, quando foram compensados 3,3 bilhões de cheques, a queda registrada é de 95%. As estatísticas têm como base o Serviço de Compensação de Cheques (Compe).

“Os dados também apontam redução no volume financeiro dos cheques e no número dos documentos devolvidos e nos devolvidos sem fundos na comparação desde 1995. Naquele ano, o volume financeiro dos cheques compensados totalizou R$ 2 trilhões. Em 2023 o valor passou para R$ 610,2 bilhões, uma queda de 70,18%. Na comparação com 2022, houve redução de 8,5%, quando o montante atingiu R$ 668,8 bilhões”, informou a entidade.

No ano passado, foram devolvidos 18 milhões de cheques, o que representou 10,67% no total de cheques compensados no país, e uma queda de 7,9% na comparação com 2022, quando foram devolvidos 19,5 milhões de documentos. Os cheques podem ser devolvidos por motivos como não terem fundos, por irregularidades ou erro de preenchimento.

A entidade disse ainda que em relação aos cheques devolvidos sem fundos, o total caiu de 15 milhões, em 2022, para 13,6 milhões no ano passado, uma redução de 9%.

Na comparação com 1997, quando esses dados começaram a ser registrados, o número de cheques devolvidos sem fundo foi de 56,8 milhões.

A Febraban credita a diminuição no número de cheques devido ao avanço de meios de pagamento digitais, como internet e mobile banking, e a criação do Pix em 2020.

“A pandemia estimulou o uso dos canais digitais dos bancos e, hoje, quase 8 em cada 10 transações bancárias realizadas no Brasil são feitas em canais digitais, como o mobile banking e internet banking (77%). Soma-se a isso a preferência dos brasileiros pelo Pix, que vem se consolidando como o principal meio de pagamento utilizado no país”, afirma Walter Faria, diretor-adjunto de Serviços da Febraban.

Em relação aos pagamentos, a Febraban destaca que apesar da redução no volume de transações, o tíquete médio do cheque aumentou no último ano: passou de R$ 3.257,88 em 2022 para R$ 3.617,60 em 2023. Segundo a entidade, isso pode ser explicado como uma escolha dos brasileiros para as transações de maior valor

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Uso de cheques no Brasil cai 95% desde 1995 - Agência Brasil
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Uso de cheques no Brasil cai 95% desde 1995 - Agência Brasil

O número de cheques usados pelos brasileiros em 2023 apresentou queda de 17% em relação ao ano de 2022, segundo informou nesta segunda-feira (22) a Federação Brasileira de Bancos (Febraban). No ano passado, foram compensados 168,7 milhões de cheques. Na comparação com 1995, início da série histórica, quando foram compensados 3,3 bilhões de cheques, a queda registrada é de 95%. As estatísticas têm como base o Serviço de Compensação de Cheques (Compe).

“Os dados também apontam redução no volume financeiro dos cheques e no número dos documentos devolvidos e nos devolvidos sem fundos na comparação desde 1995. Naquele ano, o volume financeiro dos cheques compensados totalizou R$ 2 trilhões. Em 2023 o valor passou para R$ 610,2 bilhões, uma queda de 70,18%. Na comparação com 2022, houve redução de 8,5%, quando o montante atingiu R$ 668,8 bilhões”, informou a entidade.

No ano passado, foram devolvidos 18 milhões de cheques, o que representou 10,67% no total de cheques compensados no país, e uma queda de 7,9% na comparação com 2022, quando foram devolvidos 19,5 milhões de documentos. Os cheques podem ser devolvidos por motivos como não terem fundos, por irregularidades ou erro de preenchimento.

A entidade disse ainda que em relação aos cheques devolvidos sem fundos, o total caiu de 15 milhões, em 2022, para 13,6 milhões no ano passado, uma redução de 9%.

Na comparação com 1997, quando esses dados começaram a ser registrados, o número de cheques devolvidos sem fundo foi de 56,8 milhões.

A Febraban credita a diminuição no número de cheques devido ao avanço de meios de pagamento digitais, como internet e mobile banking, e a criação do Pix em 2020.

“A pandemia estimulou o uso dos canais digitais dos bancos e, hoje, quase 8 em cada 10 transações bancárias realizadas no Brasil são feitas em canais digitais, como o mobile banking e internet banking (77%). Soma-se a isso a preferência dos brasileiros pelo Pix, que vem se consolidando como o principal meio de pagamento utilizado no país”, afirma Walter Faria, diretor-adjunto de Serviços da Febraban.

Em relação aos pagamentos, a Febraban destaca que apesar da redução no volume de transações, o tíquete médio do cheque aumentou no último ano: passou de R$ 3.257,88 em 2022 para R$ 3.617,60 em 2023. Segundo a entidade, isso pode ser explicado como uma escolha dos brasileiros para as transações de maior valor

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Com Selic a 11,25%, quanto rende investimento de R$ 1 mil? - Revista Oeste

Nesta quarta-feira, 31, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) cortou pela quinta vez consecutiva a taxa básica de j...