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Tuesday, June 6, 2023

Carros populares: montadoras começam a reduzir preços; Renault Kwid é oferecido por R$ 58,9 mil - Economia & Negócios Estadão

Após anúncio do governo do pacote de medidas de estímulo à venda dos carros na segunda-feira, 5, algumas montadoras já estão indicando redução nos preços. A Renault anunciou em seu site oficial nesta terça-feira, 6, um desconto de R$ 10 mil no Kwid zero. Com o chamado de “Pacote de incentivo Renault”, o carro pode ser adquirido por R$ 58.990.

A Renault informou, em comunicado de imprensa, que está concedendo um incentivo adicional de R$ 2 mil, além do desconto de R$ 8 mil anunciado pelo governo federal.

A Volkswagen também começou com uma campanha “Volks com preço reduzido”. No site da marca, o Novo Polo 1.0 é anunciado de R$ 82.290 por R$ 74.990. A maioria dos outros carros, como o T-Cross e o Novo Virtus, aparecem sem os preços, mas é possível mostrar interesse no modelo para receber as novas informações de descontos em primeira mão.

Já a Fiat está com uma campanha de marketing: “Prepare-se para comprar seu Fiat 0 km com incentivo do governo!” em seu site. Os preços dos carros, como o Argo e o Mobi, foram retirados do ar e trocados por um aviso: “Em breve oferta com preços reduzidos”.

Na Hyundai, o Novo HB20 Sense 1.0 é anunciado de R$ 82.290 por R$ 74.290. No entanto, não há uma referência direta ao programa federal até o momento, apesar de o desconto ser de exatamente R$ 8 mil, o limite máximo anunciado pelo governo.

A lista dos modelos que entram no programa, no entanto, ainda não está disponível e deve sair até o final dessa semana. As empresas precisam informar, após a consulta, quais modelos entrarão. A expectativa do governo é de que a tabela vai promover maior estímulo para as empresas concorrerem.

Ggoverno federal anunciou pacote de medidas de estímulo à venda de carros Foto: Helvio Romero/AE

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O programa

As vendas de carros com desconto serão exclusivas para pessoas físicas nos primeiros 15 dias, que começam a contar a partir da publicação da medida provisória, no dia 5. O prazo pode ser prorrogado por até 60 dias, a depender da resposta do mercado. Depois disso, as empresas também poderão se beneficiar do programa.

Terão descontos os veículos com valor de mercado até R$ 120 mil. Haverá sete faixas de descontos, que vão variar de R$ 2 mil a R$ 8 mil,como antecipou o Estadão na sexta-feira, 2.

Poderá haver ainda outros descontos, a critério exclusivo de montadoras e concessionárias. O limite até R$ 120 mil alcança cerca de 45% dos modelos disponíveis, segundo o governo.

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Efeito Americanas e Light: veja o retorno de fundos de crédito privado e DI – Investimentos – Estadão E-Investidor – As principais notícias do mercado financeiro - E-Investidor

  • Fundos de crédito privado e DI tiveram um rendimento médio abaixo das expectativas
  • O rendimento médio dos fundos DI ficou em 12,99% nos últimos 12 meses, enquanto os de crédito privado ficaram em 12,75%
  • Apesar dos resultados médios negativos, há avaliação de que resultados são razoáveis diante da crise enfrentada pelo segmento

Um levantamento feito pela Quantum Finance revela que os fundos DI e os fundos de crédito privado tiveram um rendimento médio abaixo das expectativas nos últimos dois anos. Ainda assim, os retornos alcançados são considerados razoáveis, levando em conta as adversidades enfrentadas diante da crise causada pelos calotes da Americanas (AMER3) e da Light (LIGT3).

Quanto rendem os Fundos DI

Os fundos DI buscam acompanhar a variação do Certificado de Depósito Interbancário (CDI) aplicando majoritariamente em títulos públicos como Tesouro Selic, mas também podem contar com outros tipos de ativos, como Certificados de Depósito Bancário (CDBs).

O CDI é um referencial que acompanha a Selic, atualmente em 13,75% ao ano. Nos últimos 12 meses, o CDI ficou em 13,50%. Ou seja, um fundo que promete acompanhar essa taxa não deveria ter performance inferior a isso. Diante das tensões, porém, o retorno médio dos fundos DI ficou em 12,99% nos últimos 12 meses.

Quanto rendem fundos de crédito privado

Já os fundos de crédito privado aplicam recursos em títulos de dívida emitidos por empresas privadas. Esses fundos buscam diversificar o risco de crédito ao aportar em ativos de diferentes emissores e setores da economia. A rentabilidade varia de acordo com o perfil de risco dos títulos de cada carteira.

Foram esses os fundos mais afetados pela crise causada pelos calotes da Americanas e mais tarde também pelos da Light. Essas empresas compunham fatias importantes de títulos de dívidas de diversos fundos. Quando entraram em recuperação judicial, suspenderam os pagamentos, gerando impactos para todo o setor, uma vez que investidores se viram sob risco de altos prejuízos.

O levantamento da Quantum, com dados até o dia 19 de maio, mostra que os fundos de crédito privado entregaram retorno médio de 12,75% nos últimos 12 meses, contra 13,50% do CDI. No retorno dos últimos seis meses a diferença é um pouco menor, tendo entregado 6% contra 6,61% do CDI.

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Os fundos de crédito privado, no entanto, prometem retornos acima do CDI – o objetivo é superá-lo, com indicação de 105% a até 150% do CDI, a depender do perfil de risco desse fundo.

Avaliação

Paloma Brum, analista da Toro Investimentos, diz que, embora a média esteja ruim, há diversos fundos que conseguiram inclusive usar do momento de crise para se beneficiar. “Os casos da Americanas e da Light atingiram todo o mercado inicialmente, mas depois verificou-se que nem todos seriam de fato atingidos e com isso houve recuperação”, descreve Brum.

Em relatório obtido com exclusividade para o E-Investidor, a XP apontou no último mês que percebe movimentos promissores entre os fundos de crédito privado, com gestores adquirindo títulos com taxas mais favoráveis e preços mais baixos.

“Quem estava com dinheiro em caixa pegou boas oportunidades. A indústria se dividiu em dois lados: fundos que sofreram muito, principalmente em razão da Americanas. E de outro lado os fundos bem posicionados que conseguiram se beneficiar desse momento”, sintetiza a analista da Toro.

Para ela, a média acaba não mostrando as várias boas opções que seguiram entregando os retornos prometidos. “A média é essa porque houve um balanço geral, mas temos fundos que seguem performando bem acima do CDI, enquanto temos também outros com retornos até negativos”, destaca.

Ao se referir especificamente sobre os fundos DI, a analista justifica que, além de terem sido afetados pela crise de Americanas e Light, eles contam com taxas de administração, o que faz com que o retorno para o investidor tenha esse desconto. “Naturalmente o fundo DI não consegue entregar o DI cheio porque tem a taxa de administração”, lembra.

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Montadoras aceleraram produção à espera de incentivos para venda de carros - UOL

Enquanto a comercialização de carros de passeio caiu 8,6% em relação a maio, a fabricação desses modelos teve alta de 27,3% no mesmo intervalo. Os números foram divulgados nesta terça (6) pela Anfavea (associação das montadoras).

O último mês terminou com 159,6 mil automóveis produzidos. Ao se somar comerciais leves, ônibus e caminhões, o número sobe para 205,9 mil unidades. No total, a alta é de 27,4%.

A aceleração na produção começou nas primeiras semanas do mês passado, quando o governo confirmou às montadoras que o anúncio de incentivos seria feito no Dia da Indústria, em 25 de maio.

Desde então, algumas fabricantes têm revisto seus planos de interrupção nas linhas de montagem.

Na última semana, a Volkswagen anunciou que desistiu de suspender os contratos de trabalho de cerca de 800 funcionários da fábrica de Taubaté (interior de São Paulo).

"O motivo (da desistência) são as novas perspectivas para a demanda de vendas no setor automobilístico", informou a empresa em nota oficial.

Além da produção acelerada, maio teve quatro dias úteis a mais que abril. No acumulado do ano, a fabricação de veículos leves e pesados chegou a tem alta de 6,2% na comparação com o mesmo período de 2022.

Com o aumento da produção, o estoque passou de 206,1 mil unidades em abril para 251,7 mil em maio, número suficiente para atender a 43 dias de entrada.

Desses, 115 mil automóveis se enquadram nas medidas do governo. "Provavelmente, esses modelos terão um destino mais rápido", diz Márcio de Lima Leite, presidente da Anfavea.

O executivo afirma que algumas montadoras já distribuíram as novas tabelas às concessionárias. A Renault saiu na frente e divulgou o Kwid Zen por R$ 58.990, uma redução de R$ 10 mil em relação ao sugerido antes da publicação da MP 1175.

Nas lojas, a expectativa é de retomada nas vendas a partir desta terça (6). Segundo a Fenabrave (associação dos distribuidores), maio registrou o segundo pior número para o mês desde 2016 —só fica atrás de 2020, quando a pandemia de Covid-19 estava no início.

O mês terminou com 176,5 mil emplacamentos, uma alta de 9,8% na comparação com abril, que teve quatro dias úteis a menos. O número é baseado no Renavam (Registro Nacional de Veículos Automotores) e reúne carros de passeio, comerciais leves, ônibus e caminhões.

Os primeiros dias indicavam um resultado melhor que o atingido em maio de 2022 (187 mil unidades comercializadas), mas a espera pelo anúncio de redução tributária e as expectativas que vieram logo após o governo se pronunciar frustraram os planos da indústria. No fim, houve queda de 5,6% na soma de veículos leves e pesados.

O presidente da Anfavea afirmou que o setor espera uma corrida às lojas a partir desta terça-feira, após a publicação da Medida Provisória pelo governo federal que promete baratear automóveis, caminhões e ônibus.

"O mercado deve ter um crescimento considerável por corrida de clientes para efetivarem as compras com os descontos anunciados", afirmou.

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Monday, June 5, 2023

Maior corretora cripto do mundo é processada nos EUA por supostamente desviar ativos de clientes - G1

Changpeng Zhao, CEO da corretora de criptomoedas Binance. — Foto: Reprodução/YouTube Binance

Changpeng Zhao, CEO da corretora de criptomoedas Binance. — Foto: Reprodução/YouTube Binance

A Binance, maior corretora de criptomoedas do mundo, e seu presidente-executivo, Changpeng Zhao, foram processados pela Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC, na sigla em inglês), por, supostamente, operar uma "teia de enganos" que incluía inflar artificialmente seus volumes de negociação e desviar ativos de clientes.

A agência reguladora fez as alegações e iniciou o processo contra Zhao e a empresa nesta segunda-feira (5), com base em três principais alegações:

  • não restringir os clientes americanos de sua plataforma;
  • enganar os investidores sobre seus controles de vigilância do mercado;
  • operar uma bolsa de valores não registrada.

A queixa da SEC, apresentada em um tribunal federal em Washington D.C., também alegou que Binance e Zhao controlam secretamente os ativos dos clientes, o que permitiria ao executivo misturar e desviar o dinheiro, e que a corretora criou entidades americanas separadas "como parte de um esquema elaborado para burlar Leis federais de valores mobiliários".

A agência afirma, ainda, que, pelo menos de setembro de 2019 até junho de 2022, a Sigma Chain, uma empresa de negociação de propriedade e controlada por Zhao, se envolveu em operações de lavagem de dinheiro que inflaram artificialmente o volume de negociação de títulos de criptoativos na plataforma Binance dos EUA.

"Alegamos que as entidades Zhao e Binance se envolveram em uma extensa rede de enganos, conflitos de interesse, falta de divulgação e evasão calculada da lei", disse o presidente da SEC, Gary Gensler, em comunicado.

O que diz a Binance?

Em nota, a Binance disse que pretende defender a plataforma "vigorosamente", acrescentando que "porque a Binance não é uma bolsa dos EUA, as ações da SEC têm alcance limitado".

"Qualquer alegação de que os ativos do usuário na plataforma Binance.US já estiveram em risco são simplesmente erradas", acrescentou a empresa. A Binance.US, que é controlada por Zhao, disse em um tweet que o processo era "injustificado pelos fatos, pela lei ou pelo próprio precedente da Comissão".

Em posicionamento enviado ao g1, a companhia afirmou que apesar de sua disposição em sanar dúvidas e tranquilizar preocupações da SEC sobre sua atuação, a comissão "rejeitou todas as tentativas de engajamento [...] e foi direto ao tribunal".

"A abordagem irrazoável e injusta da SEC nos deixou sem escolha a não ser defender nosso negócio. [...] Embora nem sempre tenhamos concordado com os reguladores e formuladores de políticas, sempre buscamos colaborar", disse a companhia em nota, afirmando que "a Binance, agora, estabelece o padrão de conformidade em toda a indústria."

A empresa ainda afirmou que a "segurança e a proteção dos clientes sempre foram e continuarão sendo o ponto central" de suas plataformas, destacando que os ativos dos usuários da Binance "estão seguros".

"A segurança dos usuários sempre foi primordial para a Binance, e embora façamos tudo o que estiver ao nosso alcance para continuar fornecendo essa segurança aos nossos usuários, qualquer efeito subsequente na plataforma e na indústria será diretamente atribuível à decisão injustificada da SEC de litigar unilateralmente com base em uma suposta emergência hoje", completou.

Outras crises da Binance

A medida é a mais recente de uma série de problemas legais para a Binance , que também foi processada pela Commodity Futures Trading Commission (CFTC) dos EUA em março por operar o que o regulador alegou ser uma bolsa "ilegal" e um programa de conformidade "falsa". Zhao chamou essas acusações de "decepcionantes" e uma "recitação incompleta dos fatos".

A Binance também está sob investigação do Departamento de Justiça por suspeita de lavagem de dinheiro e violações de sanções, de acordo com pessoas familiarizadas com a investigação.

A empresa foi fundada em Xangai em 2017 por Zhao, um cidadão canadense nascido e criado até os 12 anos na China.

Embora sua holding esteja sediada nas Ilhas Cayman, a Binance diz que não possui uma sede e se recusou a declarar a localização de sua principal bolsa , a Binance.com.

Essa plataforma domina o cenário de negociação de criptomoedas, processando no ano passado negociações no valor de US$ 65 bilhões por dia com até 70% do mercado.

A empresa processou pelo menos US$ 10 bilhões em pagamentos para criminosos e empresas que buscam fugir das sanções dos EUA, segundo informações da Reuters.

A Reuters também informou, no último 23 de maio, que a Binance misturou os fundos de seus clientes com suas receitas corporativas na conta Silvergate Bank pertencente à trading Merit Peak, violando as regras financeiras dos EUA que exigem que o dinheiro do cliente seja mantido separado.

A Binance negou a mistura de depósitos de clientes e fundos da empresa, dizendo que os usuários que enviaram dinheiro para a conta não estavam fazendo depósitos, mas comprando o token criptográfico personalizado da Binance vinculado ao dólar.

Com todos os problemas, a questão da sucessão do poder na companhia ganhou um lugar de destaque na mídia. Richard Teng, chefe de mercados regionais da Binance fora dos EUA, é visto como o candidato mais provável para suceder o atual presidente da empresa de criptomoedas.

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Sérgio Rial vira réu em caso Americanas (AMER3), diz O Globo - Money Times

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  1. Sérgio Rial vira réu em caso Americanas (AMER3), diz O Globo  Money Times
  2. CVM torna Sergio Rial réu em processo sobre divulgação de rombo na Americanas (AMER3)  InfoMoney
  3. Sérgio Rial vira réu em um dos processos da CVM contra a Americanas  Metrópoles
  4. Ver cobertura completa no Google Notícias

Sérgio Rial vira réu em caso Americanas (AMER3), diz O Globo - Money Times
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Tesouro Direto: juros caem e teto dos prefixados vai à mínima em 1 ano e 7 meses após fala de diretor do BC - InfoMoney

Uma fala do diretor de Relacionamento, Cidadania e Supervisão de Conduta do Banco Central (BC), Mauricio Moura, teve grande impacto nas taxas dos títulos públicos nesta segunda-feira (5) ao dar um sinal de corte da taxa básica de juros no Brasil.

Questionado sobre o nível atual da taxa básica de juros, o diretor do BC disse que a Selic “vai voltar a cair em algum momento”, assim que as condições permitirem. Esta frase foi suficiente para levar o rendimento do Tesouro Prefixado 2033 ao menor patamar desde outubro de 2021.

Em dia de agenda esvaziada, outro tema repercutido foi o Boletim Focus. No relatório, os agentes do mercado financeiro diminuíram a estimativa para o IPCA deste ano de 5,71% para 5,69%. Foi a terceira queda seguida nas projeções. A estimativa para 2024 caiu de 4,13% para 4,12%. Já as projeções para 2025 e 2026 continuaram no mesmo patamar, de 4%.

Para o PIB de 2023, houve elevação nas estimativas, de 1,26% para 1,68%. Essa foi a quarta revisão para cima do PIB deste ano na pesquisa. A mudança acontece após a divulgação do PIB do primeiro trimestre na semana passada – cujo crescimento de 1,9% na comparação trimestral surpreendeu os analistas.

No Tesouro Direto, a rentabilidade anual do Tesouro Prefixado 2033 caiu de 11,34% na sessão de sexta-feira para 11,18% na última atualização de hoje, às 15h21. A última vez que o título oferecia taxa inferior no início da sessão foi em 25 de outubro de 2021, há 1 ano e 7 meses.

O Tesouro Prefixado 2026 pagava 10,68% ao ano, abaixo dos 10,88% observados na sessão anterior. O taxa do Tesouro Prefixado 2029 caía de 11,22% para 11,09%.

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Nos títulos atrelados à inflação, destaque para o Tesouro IPCA+ 2029, que entregava rentabilidade real de 5,25% ao ano, contra 5,32% na última sexta-feira.

Confira os preços e as taxas dos títulos públicos disponíveis para compra no Tesouro Direto na tarde desta segunda-feira (5): 

Em live semanal do Banco Central, Mauricio Moura listou três vetores principais para permitir a queda da selic. O primeiro deles, a inflação corrente mais baixa ou indicando queda à frente. Nesse ponderou que, embora a tendência seja de queda hoje, os próprios economistas preveem que ela irá subir um pouco nos próximos meses e depois voltar a cair em 2024. O segundo, as expectativas futuras. E o terceiro, o balanço de riscos.

Moura destacou que a meta de inflação não é escolhida pelo próprio BC, mas sim pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) e chegou a compará-la com as metas de vendas estabelecidas no comércio.

Para a Selic, os agentes do mercado financeiro mantiveram a projeção de 12,5% no fim deste ano. A estimativa é a mesma há sete semanas. A de 2024 também foi mantida, em 10,0%, pela 16ª semana seguida e a de 2025 está em 9,0% há 16 semanas. A de 2026 foi mantida em 9,0%.

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No câmbio, a estimativa para o dólar em 2023 caiu de R$ 5,11 para R$ 5,10. A projeção para 2024 recuou de R$ 5,17 para R$ 5,16, enquanto a de 2025 foi mantida em R$ 5,20. A previsão para 2026 continuou em R$ 5,25.

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CVC (CVCB3): ações saltam com visão positiva sobre novo CEO e aporte de fundador da companhia - InfoMoney

Na noite da última sexta-feira (2), a CVC (CVCB3) comunicou em fato relevante que celebrou um acordo de investimento com o GJP Fundo de Investimento em Ações, do fundador e antigo controlador da companhia Guilherme Paulus, com a interveniência de fundos de investimento geridos pelo Opportunity, pelo qual Paulus se comprometeu a investir R$ 75 milhões na eventual e futura oferta pública de distribuição primária de ações.

A companhia também anunciou que o conselho de administração elegeu Fabio Martinelli Godinho para o cargo de diretor presidente, com efeitos desde o último sábado (3).  Godinho atuou na CVC Viagens como diretor de Novos Negócios em 2008, participando ativamente do deal com o Carlyle Group e mais tarde como vice-presidente de produtos e marketing da operadora, com participação ativa na preparação para o IPO da empresa em dezembro de 2013. O executivo teve passagem também por diversas outras empresas.

Com isso, às 10h10 (horário de Brasília) desta segunda-feira (5), as ações subiam 5,28%, a R$ 3,79, entrando em leilão posteriormente para voltar a negociar com uma alta ainda mais expressiva. Às 10h37, os ativos subiam 7,22%, a R$ 3,86.

Relatório Levante

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A potencial oferta, os termos e condições, inclusive volume e cronograma, ainda serão avaliados pela companhia em linha com a obrigação assumida no contexto do reperfilamento de sua dívida.

Segundo o fato relevante, o investimento de Paulus deverá corresponder a até R$ 3 por ação e ele não participará, direta ou indiretamente, do procedimento de bookbuilding. A oferta deverá ser efetivada em até 60 dias, em mercado de balcão não organizado, com possibilidade de esforços de colocação no exterior. O valor bruto da oferta será de, no mínimo, R$ 200 milhões, com potencial de captação adicional de, no mínimo, R$ 100 milhões.

Além disso, deve ser celebrado um acordo de voto entre o investidor e os acionistas para regular temporariamente compromisso de voto conjunto para nomeação, composição e eleição de membros do conselho de administração e da diretoria, o qual não tem a finalidade de criar bloco de controle, segundo a companhia. O acordo prevê ainda que de hoje até 90 dias após a Assembleia Geral Extraordinária (AGE), Paulus e os acionistas estarão sujeitos restrição de venda das ações subscritas na potencial oferta (lock up).

No geral, os analistas do JPMorgan viram o anúncio como positivo, uma vez que (a) traz um CEO com experiência, que já conhece a empresa e carrega uma vasta experiência no segmento de turismoo, enquanto (b) há um compromisso firme de valores que correspondem a cerca de 40% do total do aumento de capital, além de trazer de volta o fundador para a empresa.

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Ainda assim, a equipe de análise do banco continua com recomendação underweight (exposição abaixo da média do mercado, equivalente à venda) para os ativos CVCB3, vendo uma perspectiva operacional desafiadora além do balanço patrimonial esticado que limita o potencial da CVC.

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Com Selic a 11,25%, quanto rende investimento de R$ 1 mil? - Revista Oeste

Nesta quarta-feira, 31, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) cortou pela quinta vez consecutiva a taxa básica de j...