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Monday, September 26, 2022

Gasto de brasileiros no exterior triplica e retoma nível pré-pandemia - R7

Segundo dados divulgados nesta segunda-feira (26) pelo BC (Banco Central), a flexibilização das medidas restritivas com o arrefecimento da pandemia impulsionou os gastos dos brasileiros no exterior, que triplicaram (+193,5%) no acumulado entre janeiro e julho, na comparação com o mesmo período o ano passado, e totalizam R$ 37,5 bilhões (US$ 7 bilhões)

O resultado corresponde ao maior volume de gastos com viagens para o período desde 2019, quando os brasileiros desembolsaram mais de R$ 57 bilhões (US$ 10,7 bilhões) fora do território nacional.

No mesmo período do ano passado, o volume de gastos fora do Brasil foi de R$ 12,8 bilhões (US$ 2,4 bilhões), valor 193,5% menor em relação aos gastos deste ano. Vale ressaltar que a crise sanitária restringiu a entrada de brasileiros em diversos países.

Na comparação só com o mês de julho, os gastos dos brasileiros no exterior recuaram 12,3%, ante junho, ao passar de R$ 6,4 bilhões (US$ 1,2 bilhão) para R$ 5,6 bilhões (US$ 1,05 bilhão). No mesmo mês do ano passado, o desembolso totalizou R$ 2,4 bilhões (US$ 452 milhões).

De acordo com as estatísticas do setor externo, a saída de recursos brasileiros em viagens superou a entrada em R$ 22 bilhões (US$ 4,2 bilhões) no acumulado do ano até julho. No período, as receitas somaram R$ 14,8 bilhões (US$ 2,8 bilhões).

No mesmo intervalo de sete meses do ano passado, a perda de recursos foi 376% menor, de R$ 4,8 bilhões (US$ 893 milhões). O resultado é fruto do ingresso de R$ 8 bilhões (US$ 1,5 bilhão) e da saída de R$ 12,8 bilhões (US$ 2,4 bilhões).

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Boletim Focus: projeção de inflação para 2022 volta a cair e do PIB mantém alta - InfoMoney

O mercado financeiro voltou a reduzir a expectativa de inflação para 2022 e 2023 e a elevar a projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) para este ano, conforme mostram dados do Boletim Focus divulgados nesta segunda-feira (26) pelo Banco Central.

Segundo as instituições financeiras consultadas semanalmente pelo BC, a expectativa para o IPCA deste ano passou de 6,00 há uma semana para 5,88%.

Já a projeção de alta do PIB subiu de 2,65% para 2,67% neste ano e foi mantida em 0,50% em 2023.

Foi a décima terceira semana consecutiva de queda na projeção para o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) deste ano.  Para 2022, também são 13 semanas seguidas de projeções de alta para a estimativa do PIB.

A projeção do IPCA para 2024 foi mantida em 3,50%.

Câmbio e juros

A estimativa para o dólar também está estável há nove semanas, com cotação prevista em R$ 5,20 por US$ 1, tanto para 2022 como para 2023. Para 2024, ela caiu de R$ 5,11 para R% 5,10.

As projeções para a Selic se mantiveram pela décima quarta semana seguida, em 13,75% ao ano. Para 2023, a expectativa foi mantida em 11,25% pela terceira semana seguida.

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Educação financeira é a chave para fugir das dívidas, apontam especialistas - Correio Braziliense

Rafaela Gonçalves

postado em 26/09/2022 06:00

Para que uma pessoa ou família consiga administrar bem seus recursos e não cair na inadimplência, é importante conhecer e aplicar conceitos básicos da educação financeira - (crédito: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

Para que uma pessoa ou família consiga administrar bem seus recursos e não cair na inadimplência, é importante conhecer e aplicar conceitos básicos da educação financeira - (crédito: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

A falta de planejamento financeiro é uma das grandes responsáveis pelo alto índice de inadimplência no país. Um levantamento realizado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) aponta que quatro em cada 10 brasileiros adultos (39,41%) estavam negativados em agosto de 2022 — o equivalente a 63,71 milhões de pessoas. No último mês, o volume de consumidores com contas atrasadas cresceu 10,13% em relação ao mesmo período do ano anterior.

O crescimento se concentrou no aumento de inclusões de devedores com tempo de inadimplência de 91 dias a um ano (34,90%). O número de devedores com participação mais expressiva no Brasil está na faixa etária de 30 a 39 anos (24,03%): são 15,83 milhões de pessoas registradas em cadastro de devedores. Tal quantidade equivale a 46,29% do total de indivíduos desse grupo etário. O número de devedores segue bem distribuída entre os sexos: 50,88% de mulheres e 49,12% de homens.

Economia SPC dividas
Economia SPC dividas (foto: Valdo Virgo)

"Renda baixa, inflação e desemprego altos, crise econômica mundial, falta de educação financeira são pontos que ajudam a explicar essa situação. Mesmo com uma renda menor, é fundamental se organizar para ter uma reserva e conseguir acomodar gastos urgentes em períodos difíceis", destaca Merula Borges, especialista em finanças da CNDL.

Para que uma pessoa ou família consiga administrar bem seus recursos e não cair na inadimplência, é importante conhecer e aplicar conceitos básicos da educação financeira, conforme destacou o head de Investimentos da Corretora Nomad, Caio Fasanella. Segundo um estudo do Banco Mundial, menos de 40% dos brasileiros adultos são capazes de entender conceitos básicos sobre inflação, juros e riscos em investimentos. Por isso, um dos maiores vilões do endividamento brasileiro acaba sendo a falta de noções básicas de sua própria vida financeira.

"Muitas linhas de crédito são corrigidas por índices de inflação ou juros, como Selic ou Taxa Referencial, e é o que deixa a dívida do brasileiro mais alta e torna os juros de empréstimos maiores. Isso faz com que o refinanciamento fique cada vez mais caro e as famílias entrem na 'bola de neve' da dívida", diz Fasanella.

Em agosto de 2022, cada consumidor negativado devia, em média, R$ 3.630,64 na soma de todas as dívidas. Cada inadimplente tinha, em média, 1,94 empresas credoras, considerando todas essas dívidas. Quase quatro em cada 10 consumidores (34,41%) tinham dívidas de valor de até R$ 500, percentual que chega a 49,24% quando se fala de dívidas de até R$ 1.000.

Em termos de participação, o setor credor que concentra a maior parte das dívidas é o de bancos, com 60,50% do total. A evolução das dívidas às instituições financeiras também teve destaque no último mês, com crescimento de 33,98%. Na sequência, aparece o comércio, com 13,13%, o segmento de água e luz, com 10,60%, e comunicação com 8,72% do total de dívidas.

A universitária Amanda Neri, 24 anos, está devendo, há um ano, cerca de R$ 5 mil para o banco. Seu nome acabou negativado depois de emprestar cheques para a mãe, que entraram sem fundos. "Não foi descontrole, no momento eu não podia pagar e o tempo foi passando e ficava a dívida. Por agora não me atrapalha em nada, mas eu queria comprar um carro mais para frente e, com certeza, isso vai me prejudicar", contou a jovem, que está dependendo que sua mãe lhe pague para limpar o nome. "Nunca mais vou emprestar cheques ou meu próprio nome para terceiros, nem ficar prorrogando dívidas", diz.

O presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior, alertou para a importância de os consumidores buscarem o máximo de informações a respeito das linhas de crédito oferecidas pelos bancos antes da contratação de um empréstimo. "Os bancos oferecem diversas linhas de crédito, mas aquelas de mais fácil acesso costumam ser também as mais caras. Quando as contas não estiverem mais cabendo no orçamento, a orientação é justamente procurar linhas de crédito mais baratas, ainda que isso signifique se deslocar até uma agência bancária ou falar com o gerente da conta. No final, esse movimento pode significar uma boa economia", destaca Pellizzaro.

Perigos do cartão

Um dos maiores responsáveis pelo endividamento é o cartão de crédito, principalmente o chamado juro rotativo, quando a operadora oferece a opção de pagar o chamado valor mínimo, deixando o restante da dívida para depois. Assim, a média anual do juro chega a 370%. Por isso os especialistas aconselham evitar ao máximo a opção de pagamento mínimo.

A administradora Janaína Esteves, 27 anos, está com o nome negativado por ter acumulado uma dívida no cartão de crédito após perder o emprego no final do ano passado. "Por ter várias coisas parceladas, fui pagando o mínimo enquanto podia, e, depois, acabou virando tudo uma bola de neve. Tive que seguir usando o cartão no início, por estar desempregada, e, desde fevereiro, não consegui mais pagar a fatura", contou. O acúmulo das faturas com juros chegaram a mais de R$ 12 mil.

Há dois meses, Janaína foi chamada para um novo trabalho, e a primeira meta é conseguir limpar o nome. Para isso, disse, está aguardando um desconto no valor da fatura para trocar os juros do cartão de crédito por um empréstimo pessoal, que tem uma taxa de juros menor, e quitar a dívida à vista. "Os juros para o parcelamento são um absurdo, quando eles oferecerem, agora que eu voltei a ter renda, vou tentar conseguir um empréstimo para cobrir, é a única maneira de não me afogar em mais juros", afirma.

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Libra esterlina se aproxima de US$ 1 e cai ao menor nível da história - UOL

A libra esterlina caiu 4,7% ante o dólar, para US$ 1,035, nesta segunda-feira (26), na Ásia, o menor nível da história, em reação ao maior pacote de corte de impostos em 50 anos, anunciado pelo novo ministro das Finanças do Reino Unido, Kwasi Kwarteng.

O plano, de £ 45 bilhões (R$ 257 bilhões) e a ser financiado por aumento na dívida, foi anunciado na sexta-feira (23).

Diferentemente dos grandes cortes de impostos na década de 1980, Kwarteng está tomando emprestado dezenas de bilhões de libras para financiar seus planos, o que aumenta a demanda na economia no momento em que o Banco da Inglaterra (banco central) aumenta as taxas de juros para controlar a inflação.

Além do corte de impostos, o Reino Unido deve gastar £ 150 bilhões para subsidiar os custos de energia para consumidores e empresas. Os preços dispararam em razão da Guerra da Ucrânia.

O Banco da Inglaterra elevou as taxas de juros em 0,5 ponto percentual na quinta-feira (22), após um terceiro aumento sucessivo de 0,75 ponto percentual pelo Federal Reserve dos EUA, na quarta (21).

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Sunday, September 25, 2022

Ford anuncia Maverick híbrida e mais 2 veículos eletrificados no Brasil - UOL

A Ford anunciou o lançamento no Brasil de três veículos eletrificados, que chegam às concessionárias da marca em 2023. As novidades são a Maverick híbrida, o Mustang Mach-E, SUV movido 100% a baterias e o E-Transit - versão totalmente elétrica do furgão.

A fabricante acrescenta que o trio também será comercializado em outros países da região.

De acordo com a Ford, o primeiro modelo a estrear em nosso país será a Maverick Hybrid, que chega no início de 2023 como a primeira picape híbrida do Brasil. A montadora salienta que o utilitário terá uma redução "significativa" no consumo em comparação com a versão convencional.

Para beber menos, a Maverick traz motor 2.5 de ciclo Atkinson de 164 cv e 21,4 kgfm de torque, somado a um motor elétrico de 128 cv e 23,9 kgfm. A potência combinada é de 193 cv, com tração dianteira e câmbio CVT. O consumo médio combinado é de 17 km/l.

Em seguida, virá o Mach-E, versão elétrica e com carroceria SUV do cupê Mustang, Apostamos que, das três versões disponíveis, a Ford venderá no Brasil a topo de linha GT Performance Edition, que traz 487 cv e acelera de zero a 100 km/h em cerca de 3 segundos.

Ford Mustang Mach-E e E-Transit - Divulgação - Divulgação
Imagem: Divulgação

Também há a configuração de entrada Select, com 258 cv, e a intermediária GT, que tem os mesmos 487 cv da opção mais cara, mas sai da imobilidade e atinge 100 km/h em 4 segundos.

Por fim, o E-Transit será oferecido a frotistas com a promessa de proporcionar "menor custo de manutenção".

O furgão traz motor elétrico de 269 cv e 43,8 kgfm no eixo traseiro e baterias de 68 kWh, com autonomia de aproximadamente 202 km.

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Quem trabalhou em 2021 ganhará o PIS/Pasep até quando? - Seu Crédito Digital

Por causa do remanejamento orçamentário e de atrasos nos repasses, neste ano houve o pagamento do PIS/Pasep do ano-base 2020.

Tempo estimado de leitura: 2 minutos

Quem trabalhou em 2021 com a carteira assinada tem direito a receber o benefício PIS/Pasep. Entretanto, o governo federal ainda não confirmou quando vai disponibilizar o calendário de pagamento ou o cronograma com as normas. Em 2022, houve o adiamento do pagamento, por conta do remanejamento orçamentário. Apesar disso, os trabalhadores das empresas privadas, assim como os servidores públicos, devem receber o benefício em breve. Abaixo, confira quando deve acontecer o pagamento.

Qual o prazo previsto para o pagamento do abono PIS/Pasep?

Em suma, a estimativa é de que os pagamentos do abono

PIS/Pasep sobre 2021 sejam liberados entre os meses de janeiro e dezembro de 2023. Entretanto, não ocorreu a divulgação do prazo específico, já que as transferências deveriam ter ocorrido no 1º semestre de 2022.

Sugestões para você

Por causa do remanejamento orçamentário e de atrasos nos repasses, neste ano houve o pagamento do PIS/Pasep referente ao ano-base 2020. Os valores podem ser acessados até o dia 29 de dezembro de 2022, através do pedido ao Ministério do Trabalho e da Previdência.

O Programa de Integração Social (PIS) atende os trabalhadores de empresas privadas, com transferências feitas pela Caixa Econômica Federal e casas lotéricas autorizadas. Enquanto isso, o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) atende aos profissionais do setor público, através do Banco do Brasil.

Quem não tem conta na Caixa recebe os valores por meio da Poupança Social Digital, aberta automaticamente pelo banco e movimentada pelo aplicativo Caixa Tem. Caso não seja possível abrir a conta, o dinheiro fica disponível para saque em agências, lotéricas, caixas eletrônicos e correspondentes Caixa Aqui.

Ademais, vale ressaltar que o valor do PIS/Pasep é pago de forma proporcional aos meses trabalhados. Ou seja, se o trabalhador trabalhou por 10 meses com carteira assinada no ano de referência, ele vai receber proporcionalmente a esse período. Nesse caso, é necessário dividir o salário mínimo vigente no período das transferências por 12 e multiplicar pelo número de meses trabalhados.

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Imagem: Brenda Rocha – Blossom/Shutterstock.com

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Com Selic a 11,25%, quanto rende investimento de R$ 1 mil? - Revista Oeste

Nesta quarta-feira, 31, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) cortou pela quinta vez consecutiva a taxa básica de j...