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Tuesday, September 20, 2022

Com expectativa de Copom, eleição e Fed, dólar cai a R$ 5,153; Bolsa sobe - UOL Economia

O dólar comercial caiu 0,25% e encerrou o dia cotado a R$ 5,153. Já o Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores brasileira (B3), teve alta de 0,62%, aos 112.516,91 pontos —ações da Carrefour, Embraer e Bradesco ajudaram a elevar o índice.

Tanto no Brasil quanto no exterior, o clima é de expectativa para as decisões dos bancos centrais brasileiro e dos Estados Unidos. Ambos se reuniram hoje e amanhã devem anunciar mudanças nas taxas de juros.

Com a reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), a maior parte dos mercados financeiros espera que a taxa Selic seja mantida no patamar atual de 13,75%, mas há quem espere aumento residual dos juros a 14%.

Nos Estados Unidos, a expectativa é de que o Federal Reserve suba sua taxa de juros em, pelo menos, 0,75 ponto percentual ao fim de seu encontro de política monetária. O mercado vê pequenas chances de o Fed promover ajuste ainda maior nos custos dos empréstimos, de 1 ponto percentual completo.

Juros mais altos nos Estados Unidos tendem a beneficiar o dólar globalmente, já que tornam os retornos da renda fixa norte-americana mais atraentes, direcionando recursos para o país. Além disso, uma política monetária mais apertada restringe os gastos de empresas e famílias, o que tem levantado temores sobre a saúde da economia.

Enquanto isso, algum alívio em incertezas político-fiscais domésticas limitava os ganhos do dólar, com os mercados reagindo positivamente à declaração de apoio de Henrique Meirelles, ex-presidente do Banco Central e ex-ministro da Fazenda do governo de Michel Temer (MDB), à campanha eleitoral de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

"A interpretação do mercado, aparentemente, é de que Meirelles poderia ser uma âncora de política econômica mais 'ortodoxa' dentro de um eventual governo Lula", afirmou Dan Kawa, diretor de investimentos da gestora TAG, em nota a clientes.

O valor do dólar divulgado diariamente pela imprensa, inclusive o UOL, refere-se ao dólar comercial. Para quem vai viajar e precisa comprar moeda em corretoras de câmbio, o valor é bem mais alto.

*Com Reuters

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Brasil deverá ter mais de 500 mil milionários até 2026, prevê estudo - UOL

O total de milionários no Brasil deve passar dos atuais 266 mil para 572 mil até 2026, aponta um estudo do banco Credit Suisse, que mostra também um aumento da concentração de riqueza em nível global.

O levantamento, chamado Global Wealth Report 2022, considera como milionário quem possui fortuna superior a US$ 1 milhão (R$ 5,14 milhões, na cotação desta terça-feira, 20). Ao final de 2021, havia 62,5 milhões de indivíduos com esse nível de riqueza no mundo todo, 5,2 milhões a mais do que em 2020.

"Esta alta acelerada reflete em parte o fato de que a inflação mais alta torna mais fácil ultrapassar a barreira do milhão de dólares", aponta o estudo.

A alta de preços aumenta o valor dos bens, como imóveis, o que amplia o valor do patrimônio de quem já tem propriedades. A valorização de ativos financeiros também ajuda a reforçar o caixa dos ricos.

O aumento previsto do número de milionários no Brasil, de 115% na comparação entre 2026 e 2021, é um dos maiores do mundo e superior à média da América Latina (99%).

Outros países emergentes, como China (alta de 97%), Índia (105%) e México (78%) também deverão ter aumento no número de ricos. Já o crescimento do total de milionários será menor em países desenvolvidos, como os Estados Unidos (alta de 13%), Alemanha (26%) e Itália (18%).

A diferença entre os dois grupos de países se deve às perspectivas de menor crescimento econômico nos países de maior renda. A expectativa é que as fortunas subirão 10% ao ano nas economias emergentes, mas só 4,2% nas nações de alta renda, segundo a instituição suíça.

No entanto, países da América do Norte e da Europa já possuem uma grande quantidade de milionários. Os EUA somam 24 milhões de habitantes com fortuna superior a US$ 1 milhão, em meio a uma população de 334 milhões. No Brasil, há 266 mil milionários.

O número de ultrarricos, com patrimônio superior a US$ 50 milhões (R$ 257,3 milhões), também deve subir, dos atuais 264 mil para 385 mil até 2026, considerando dados globais. Mais de 140 mil deles vivem nos EUA, e 32 mil na China.

O Credit Suisse estima que toda a riqueza do planeta somava US$ 463 trilhões ao final de 2021, um aumento de 9,8% em relação a 2020. Contudo, a concentração de renda —e consequentemente a desigualdade social— têm piorado. Cerca de 1% da população é dona de 45,6% do total da riqueza do planeta. Em 2019, antes da pandemia, eles controlavam 43,9%.

No Brasil, o 1% mais rico da população detém 49,3% da riqueza nacional. Nos EUA, o 1% no topo possui 35,1% do patrimônio. Este percentual é menor em países como China (o top 1% controla 30,5% da riqueza), Canadá (25%) e França (22,3%).

Nos últimos anos, houve também um aumento da chamada classe média global —pessoas com riqueza entre US$ 10 mil e US$ 100 mil (R$ 51.460 a R$ 514.600). Essa faixa abrange hoje 1,8 bilhão de pessoas.

"Isso reflete a prosperidade crescente das economias emergentes, especialmente a China, e a expansão da classe média no mundo em desenvolvimento", aponta o estudo.

Por outro lado, os efeitos de longo prazo da pandemia sobre o patrimônio das pessoas mais pobres e vulneráveis ainda precisam ser melhor analisados.

"Alguns países, como o Brasil, proveram auxílios significativos durante a pandemia, mas em muitos casos isso foi bastante limitado. Isso significa que as pessoas mais jovens, que são mais vulneráveis à perda de emprego, provavelmente tiveram de usar suas reservas, fazer mais dívidas e experimentar um declínio na riqueza", destaca a pesquisa.


Quão rico você é?

Patrimônio acima de US$ 8.360 (R$ 43 mil)
Está entre os 50% mais ricos do mundo

Patrimônio acima de US$ 138.346 (R$ 711 mil)
Está entre os 10% mais ricos do mundo

Patrimônio acima de US$ 1.146.685 (R$ 5,9 milhões)
Está entre o 1% mais rico do mundo


A população de milionários

Total global
2021 - 62,4 milhões
2026 - 87,5 milhões
Alta de 40%

Brasil
2021 - 266 mil
2026 - 572 mil
Alta de 115%

Estados Unidos
2021 - 24,4 milhões
2026 - 27,6 milhões
Alta de 13%

China
2021 - 6,1 milhões
2026 - 12.1 milhões
Alta de 97%

Japão
2021 - 3,3 milhões
2026 - 4.7 milhões
Alta de 42%

Alemanha
2021 - 2,6 milhões
2026 - 3,3 milhões
Alta de 26%

México
2021 - 318 mil
2026 - 566 mil
Alta de 78%

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Anatel diz que vai obrigar operadoras de telecomunicações a repassar redução do ICMS a consumidores - Globo.com

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) anunciou que vai expedir uma medida cautelar obrigando que as operadoras de telecomunicações repassem para os consumidores a redução na alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

As operadoras também terão de repassar o desconto retroativo, ou seja, desde a redução da alíquota. O prazo para cumprir essa obrigação será de 15 dias.

Lei aprovada pelo Congresso limitou a 17% ou 18%, dependendo do estado, a alíquota do ICMS cobrada sobre serviços considerados essenciais, ou seja, para combustíveis, energia elétrica e telecomunicações. O ICMS é um imposto estadual e, em geral, os estados cobravam alíquotas maiores.

Foi uma ofensiva dos parlamentares e do governo para baixar o preço desses serviços em ano de eleições gerais.

Desconto não chegou aos consumidores

Porém, consumidores têm reclamado que as empresas de telecomunicações não têm repassado a queda na alíquota para as contas de telefone, internet, TV a cabo, entre outros serviços.

"Sobre a cautelar do ICMS é tão simples quando se coloca, o comando principal é exatamente determinar que esse repasse, que esse valor que gerou esse desconto seja repassado ao consumidor, especialmente se a empresa já estiver usufruindo desse desconto", afirmou o conselheiro Emmanoel Campelo, da Anatel, em entrevista coletiva.

Ele acrescentou que a edição da cautelar foi motivada devido ao número de reclamações que a agência recebeu sobre o tema. No caso da energia elétrica e dos combustíveis, o desconto já chegou ao consumidor.

Ainda segundo Campelo, a medida cautelar pode ser editada ainda nesta terça. A agência vai acompanhar o cumprimento da medida e poderá adotar procedimentos de punição – o tipo de sanção não foi detalhado na coletiva. O texto da cautelar ainda não foi divulgado.

Sem serviços adicionais

Campelo afirma que as operadoras não podem oferecer serviços adicionais no lugar de repassar o desconto para o consumidor. Ele disse que a lei foi clara e que a solução aventada por algumas operadoras é irregular.

" Você oferecer serviço a mais como forma de compensar, e não fazer o ajuste, é você procurar jeitinho para descumprir a legislação. Anatel não vai ser complacente. Isso é absolutamente irregular", afirmou o conselheiro.

Ele também disse que, ao não repassar o desconto para o consumidor, as operadoras acabam tendo uma vantagem indevida. "É algo bastante grave", resumiu.

O superintendente-executivo da Anatel, Abraão Balbino, afirmou que a agência tem observado que muitas empresas anunciaram o repasse da queda da alíquota ao consumidor, mas de forma não homogênea e não transparente. "A intenção nossa é estabelecer um marco objetivo de como isso tem que acontecer, para que o consumidor saiba que tem esse direito."

A Anatel calcula que, em média, a redução nas contas dos consumidores pode chegar a 10% ou 11%, mas o valor varia muito conforme o plano contratado e o estado.

O conselheiro Emmanoel Campelo destacou, ainda, que a agência não está interferindo na política de preço das empresas, pautada pelo princípio do livre mercado. "Anatel não está regulando preço. O que a Anatel está fazendo é determinando que se cumpra uma lei."

As empresas de telecomunicações optantes pelo Simples Nacional não vão ser atingidas pela medida, porque já possuem um regime simplificado de tributação. São, normalmente, as pequenas e médias empresas.

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Restituição do seu IMPOSTO DE RENDA: Consulta ao 5º lote pode ser liberada nesta semana - Notícias Concursos

A consulta ao 5º lote de restituição do Imposto de Renda 2022, deve ter liberação na próxima sexta-feira (23). Isso porque, conforme a data prevista para a devolução dos recolhimentos, 30 de setembro, o período de verificação deve ter início uma semana antes.

Dessa forma, como nos lotes passados, o dinheiro será depositado na conta indicada pelo contribuinte durante a declaração do Imposto de Renda. Além disso, quem ainda não recebeu nos pagamentos anteriores deve ser contemplado agora.

Caso contrário, é necessário verificar o status da declaração.

Consulta ao 5º e último lote

O contribuinte pode fazer a consulta junto aos canais da Receita Federal, sendo o site e o aplicativo, disponível para download gratuito para Android e iOS. Além de informar sobre a liberação das restituições, as plataformas fornecem acesso direto a outros tipos de informações sobre a situação cadastral do Cadastro de Pessoas Físicas (CPF).

Veja como fazer a consulta pelo site:

  1. Acesse o site da Receita Federal;
  2. Clique em “Meu Imposto de Renda”; e
  3. Selecione a opção “Consultar Restituição”.

Como mencionado anteriormente, as restituições dos contribuintes serão pagas diretamente na conta bancária informada na declaração do IRPF. Se, por algum motivo, o crédito não for realizado, os valores ficarão disponíveis para resgate por até um ano no Banco do Brasil.

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Seja como for, o reagendamento dos valores devidos pode ser feito pelo Portal BB, ou pela Central de Relacionamento BB, nos telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos).

Calendário de Restituição do Imposto de Renda 2022

Este ano os contribuintes estão contando com uma novidade, a restituição pode ser paga pelo PIX. Contudo, o crédito nesta categoria vai se efetuar apenas para chave Pix igual ao CPF do titular da declaração.

A restituição acontece conforme calendário abaixo:

  • 1º lote – 31 de maio;
  • 2º lote – 30 de junho;
  • 3º lote – 29 de julho;
  • 4º lote – 31 de agosto;
  • 5º lote – 30 de setembro.

A princípio, se o crédito não for realizado (por exemplo, a conta informada foi desativada), os valores ficarão disponíveis para resgate por até 1 ano no Banco do Brasil.

Assim, o contribuinte deve reagendar o crédito dos valores pelo Portal BB, acessando o endereço: https://www.bb.com.br/irpf, ou ligando para a Central de Relacionamento BB por meio dos telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos).

Ademais, é importante destacar que a RFB vai liberar consultas aos chamados lotes residuais de anos anteriores, ou seja, de contribuintes que caíram na malha fina mas depois acertaram as suas contas com o fisco. As consultas poderão ser feitas:

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Veja o que é sucesso na Internet:

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Sunday, September 18, 2022

Decisão sobre juros no Brasil, Estados Unidos e Reino Unido: o que acompanhar na semana - InfoMoney

Os investidores se preparam para encarar uma semana agitada. Nos próximos dias, acontecem as tão aguardadas reuniões de política monetária no Brasil e nos Estados Unidos. Também haverá decisão sobre juros no Reino Unido e no Japão. Mesmo passando por um arrefecimento, que muitos analistas classificam como pontual, a inflação global continua forte e dando trabalho para os Bancos Centrais. O aperto deve continuar intenso e aumenta preocupações sobre uma recessão.

Na terça-feira (20), o Banco Central brasileiro dará início à reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), o sexto encontro do ano. A principal dúvida é se os juros vão parar de subir agora ou se ainda haverá uma última alta de 25 pontos-base, interrompendo um ciclo de elevação da taxa que começou em março do ano passado. De lá para cá, o Copom subiu os juros por 12 vezes consecutivas e a Selic, que estava em 2%, passou a 13,7%.

O Itaú acredita que o BC deve indicar o fim do ciclo de aperto monetário, mantendo os juros como estão. “Acreditamos que o cenário da inflação para o horizonte relevante de política monetária melhorou marginalmente”, diz a análise do economista Mario Mesquita.

“Em nossa visão, as autoridades devem sinalizar que as perspectivas para a economia ainda carecem de uma política monetária contracionista e postura vigilante, antecipando estabilidade para a Selic na próxima reunião”, complementa Mesquita. O Itaú avalia que o ritmo de desinflação no Brasil vai ser lento, demandando juros altos por mais tempo.

“Com a expectativa de manutenção da taxa Selic, os mercados devem monitorar o comunicado da decisão e o tom adotado para pensar os próximos passos do BC”, diz análise do Bradesco.

Leia mais: Se a Selic parar em 13,75%, quanto rendem R$ 200, R$ 500 ou R$ 1.000 aplicados em CDB durante cinco anos?

Federal Reserve deve acelerar ritmo de alta de juros

Mais aguardada que o veredito do Copom, é a decisão do Comitê de Mercado Aberto do BC Americano (Fomc, na sigla em inglês), também prevista para a “super quarta-feira” (21). Especulações sobre os próximos passos do Federal Reserve tem pautado os mercados desde o último encontro do colegiado, no final de julho. De lá para cá, diversos indicadores de inflação e emprego provocaram uma montanha-russa de previsões, ora apontando para uma desaceleração do aperto monetário, ora para um ritmo mais agressivo dos juros.

Fato é que, às vésperas da tão aguardada decisão, a maioria do mercado aponta para uma alta de 75 pontos-base na taxa de juros americana, que atualmente está na faixa entre 2,25% e 2,50%. Uma parte das projeções chega a indicar alta de 1 ponto percentual. As chances de uma elevação de 50 pontos-base, a essa altura, são vistas como remotas.

O BofA é uma das casas que aposta em alta de 75 pontos-base e acredita que a política monetária dos Estados Unidos deve ser manter restritiva por algum tempo.

“Além da própria decisão sobre a taxa de juros, a coletiva [do presidente do Fed, Jerome Powell] deve fornecer mais pistas sobre o futuro da política monetária americana”, diz relatório do Bradesco.

“Ainda esperamos uma alta de 50 pontos-base na reunião do Fomc em dezembro. Isso deixaria os juros entre 4% e 4,25% no final de 2022”, escreveram os analistas do UBS BB.

Leia mais: Analistas cortam projeções para Bolsas nos EUA, com inflação persistente, e vê S&P 500 próximo dos 3 mil pontos

Reino Unido e Japão também vão decidir sobre juros

Na quinta-feira (22), o Banco Central da Inglaterra (BoE, na sigla em inglês) também conduzirá sua reunião de política  monetária. O encontro ocorre com atraso, por ter sido adiado em função da morte da rainha Elizabeth II. Ainda que a inflação britânica tenha desacelerado no mês passado e ficado abaixo de 10%, os preços continuam bastante aquecidos e não chegaram ainda ao pico, de acordo com analistas.

O consenso Refinitiv, média das projeções do mercado, aponta em uma alta de 50 pontos-base na reunião do BoE. Sendo assim, a taxa de juros no Reino Unido passaria a 2,25%.

No Japão, a expectativa é de que os juros sejam mantidas no atual patamar. A taxa, hoje, é de -0,1% ao ano. A decisão deve ser tomada mesmo com a inflação do país crescendo, tendo ultrapassado a meta do Banco Central japonês (BoJ).  O índice de preços ao consumidor do Japão será divulgado na noite de segunda-feira (19), no Brasil.

Nessa mesma noite, também sai a decisão do Banco do Povo Chinês (PBOC) sobre a taxa de juros para empréstimos com vencimento em 1 ano.

Agenda corporativa

  • Na segunda-feira (19), ocorre a assembleia de acionistas da Tenda (TEND3) para retirada do poison pill, instrumento que evita a aquisição do controle da empresa, atendendo a um pedido de sua principal acionista, a Polo Capital;
  • Na terça-feira (20), a oferta subsequente de 24,7 mil units do Iguatemi (IGTI11) será precificada;
  • Na quarta-feira (21), sai a precificação do follow-on da Vamos (VAMO3), que vai distribuir 48,41 milhões de novas ações ordinárias e poderá levantar R$ 1 bilhão.

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Pagamento de R$ 1 mil do governo já tem data marcada; veja o calendário - Edital Concursos Brasil

Criado em julho por meio de uma emenda constitucional, o Auxílio Caminhoneiro terá sua terceira parcela creditada pelo governo na próxima semana. De acordo com o calendário oficial, a parcela de R$ 1 mil cai na conta dos profissionais no dia 24 de setembro.

Leia mais: Empréstimo para mulheres: novo crédito da Caixa tem vantagens e benefícios

Além daqueles que já receberam os dois primeiros repasses, quem enviou a autodeclaração até o último dia 12 também poderá sacar. Neste caso, os aprovados terão acesso à terceira cota juntamente com os recursos da primeira e segunda parcelas.

De acordo com o Ministério do Trabalho e Previdência, 129.788 caminhoneiros enviaram o documento até o dia 29 de agosto e agora podem participar do programa. A autodeclaração é necessária apenas no caso dos transportadores autônomos que não registraram operação de carga em 2022.

Ao todo, serão seis parcelas mensais no valor de R$ 1 mil cada, totalizando R$ 6 mil de benefício até dezembro desde ano.



Critérios de elegibilidade

Para receber o Auxílio Caminhoneiro, o profissional deve:

  • Ter cadastro ativo no RNTRC (Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas) da Agência Nacional de Transportes Terrestre (ANTT);
  • Estar com o CPF e a CNH válidos;
  • Enviar a autodeclaração (caso não tenha registro de operação carga em 2022).

Quem ainda não encaminhou a autodeclaração pode fazer isso pelo aplicativo da Carteira de Trabalho Digital ou Portal Emprega Brasil. Contudo, não haverá pagamento de parcelas retroativas a partir deste mês.

Calendário do Auxílio Caminhoneiro

Veja o calendário completo para cadastramento e recebimento do Auxílio Caminhoneiro:

Prazo para autodeclaração ou regularização Data de pagamento
22 de julho 9 de agosto (1ª e 2ª parcelas)
15 a 29 agosto 6 de setembro (1ª e 2ª parcelas)
12 de setembro 24 de setembro (3ª parcela)
9 de outubro 22 de outubro (4ª parcela)
13 de novembro 26 de novembro (5ª parcela)
4 de dezembro 17 de dezembro (6ª parcela)

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Com Selic a 11,25%, quanto rende investimento de R$ 1 mil? - Revista Oeste

Nesta quarta-feira, 31, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) cortou pela quinta vez consecutiva a taxa básica de j...