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Monday, September 27, 2021

Dívida pública cresce 1,57% em agosto e atinge R$ 5,48 trilhões - G1

A dívida pública federal em títulos cresceu 1,57% em agosto e atingiu R$ 5,48 trilhões, segundo informou o Tesouro Nacional nesta segunda-feira (27). A dívida inclui débitos do governo no Brasil e no exterior. Em julho, o montante era de R$ 5,39 trilhões.

A dívida pública é emitida pelo Tesouro Nacional para financiar o déficit orçamentário do governo federal. Ou seja, são empréstimos feitos para pagar despesas públicas que ficam acima da arrecadação com impostos e tributos.

De acordo com relatório publicado pelo Tesouro Nacional, em agosto o mercado externo apresentou otimismo, limitado por preocupações provocadas pela desaceleração no crescimento econômico da China e dos Estados Unidos, bem como pela disseminação da variante delta da Covid mesmo entre populações vacinadas. Nesse sentido, o Tesouro Nacional afirmou que atuou “com cautela”.

A expectativa do Tesouro Nacional é de que a dívida pública continue a crescer nos próximos meses e termine 2021 entre R$ 5,6 trilhões e R$ 5,9 trilhões.

Sardenberg analisa falas de Bolsonaro sobre economia na Assembleia Geral da ONU

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Emissões e resgates

Em agosto, as emissões de títulos públicos chegaram a R$ 72,03 bilhões. Por outro lado, os resgates somaram R$ 26,5 bilhões.

Assim, as emissões superaram os resgates em R$ 45,53 bilhões no mês passado. Já as despesas com juros alcançaram R$ 39,26 bilhões no período.

A pandemia de Covid fez a dívida pública ultrapassar a casa dos R$ 5 trilhões pela primeira vez no fim de 2020. Relembre no vídeo abaixo:

Dívida pública ultrapassa R$ 5 tri pela primeira vez na história

Dívida pública ultrapassa R$ 5 tri pela primeira vez na história

Mudança no perfil de emissões

O coordenador-geral de Operações da Dívida Pública, Luis Felipe Vital, destacou que o volume de emissões ficou em patamar bem abaixo da média praticada pelo Tesouro desde abril de 2020, no início da pandemia da Covid.

"Isso ocorreu porque ao longo de mês de agosto, em um cenário de maior aversão ao risco, em um cenário de maior volatilidade, o Tesouro adequou suas emissões às condições observadas no mercado", disse.

Nesse sentido, o Tesouro favoreceu emissões de títulos com taxa flutuante – a exemplo daqueles corrigidos pela taxa Selic, a taxa básica de juros da economia. De acordo com o relatório publicado pela pasta, isso demonstrou “uma mudança no perfil das emissões” da dívida pública.

Na semana passada, o Comitê de Política Monetária (Copom) elevou a taxa Selic de 5,25% ao ano para 6,25% ao ano, o que representou a quinta alta consecutiva da Selic. No início do ano, a taxa estava no menor nível histórico, de 2% ao ano.

Porém, Vital destaca que na comparação com outros meses o volume de títulos com taxas flutuantes não teve aumento significativo.

Em agosto a emissão desses títulos totalizou R$ 47,7 bilhões. Em julho o volume foi de R$ 48 bilhões e, em junho, de R$ 34 bilhões. Já em fevereiro as emissões chegaram a cerca de R$ 69 bilhões e, em março, a R$ 97 bilhões.

“Quando olhamos de forma geral, não é um valor elevado nem muito distante do que o Tesouro já faz na sua estratégia normal”, avaliou.

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Desemprego cai para 13,7%, revela pesquisa do Ipea - Agência Brasil

O desemprego recuou para 13,7% em junho, último mês do trimestre móvel iniciado em abril. O percentual foi atingido depois de ficar em 15,1% em março. Já a taxa de desocupação dessazonalizada, que exclui os efeitos das variações sazonais do conjunto de dados temporais de junho (13,8%), é a menor apurada desde maio de 2020.

Os números estão no estudo, divulgado, hoje (27), no Rio de Janeiro, pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Ele analisou o desempenho recente do mercado de trabalho, com base na desagregação dos trimestres móveis da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD Contínua) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e em informações do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério da Economia.

A pesquisa do Ipea mostrou, ainda, que o crescimento recente das contratações tem ocorrido, principalmente, em setores que empregam relativamente mais mão de obra informal. Entre eles, estão o da construção, que registrou alta anual da população ocupada em 19,6%, a agricultura (11,8%) e os serviços domésticos (9%).

“Deu uma melhorada. É uma coisa que a gente já estava vendo no início do segundo trimestre. O desemprego está caindo porque a ocupação está crescendo. A ocupação está voltando e a gente está conseguindo uma redução do desemprego em um ambiente de aumento de PEA [População Economicamente Ativa]. Todas aquelas pessoas que saíram do mercado de trabalho por conta da pandemia estão voltando a procurar emprego. Mesmo com essa população voltando, ainda assim a gente está conseguindo reduzir o desemprego porque a ocupação está subindo”, disse a pesquisadora do Grupo de Conjuntura do Ipea, Maria Andréia Lameiras, em entrevista à Agência Brasil.

Outro dado do estudo é que, no segundo trimestre de 2021, na comparação interanual, a expansão dos empregados no setor privado sem carteira atingiu 16% e a dos trabalhadores por conta própria, 14,7%.

Ainda com base nos dados da PNAD Contínua, o aumento do emprego no segundo trimestre se espalhou por todos os segmentos da população, se comparado ao mesmo período do ano anterior, mas teve destaque o crescimento da ocupação entre as mulheres (2,2%), jovens (11,8%) e trabalhadores com ensino médio completo (7%).

Cenário difícil

Maria Andréia chamou atenção, no entanto, para o fato de que mesmo, com os resultados positivos, alguns indicadores importantes mostram que outros aspectos do mercado de trabalho brasileiro permanecem em patamares desfavoráveis. Ela destacou que a alta da ocupação tem ocorrido muito em cima da informalidade, o que não chega a surpreender porque foi o setor mais atingido pela pandemia. “São eles que estão voltando. A gente vê um crescimento grande do emprego sem carteira e do [emprego] por conta própria”, disse.

Acrescentou que, apesar do recuo pequeno na questão do desalento, ainda há a manutenção da subocupação em patamar elevado. “Essas pessoas até estão voltando ao mercado de trabalho, mas não na condição que gostariam de estar. Tem uma parcela grande da população que pode ofertar mão de obra, mas não está conseguindo espaço”, detalhou.

Além disso, há um dado preocupante que é o aumento do tempo de permanência no desemprego. Os microdados de transição extraídos da PNAD Contínua para a realização do estudo do Ipea, indicaram que o percentual de trabalhadores desocupados, que estavam nesta situação por dois trimestres consecutivos, subiu de 47,3% no primeiro trimestre de 2020 para 73,2% no segundo trimestre de 2021. A situação se agrava com o recuo da parcela de desempregados que obteve uma colocação no trimestre subsequente de 26,1% para 17,8% no mesmo período.

“A população que está procurando trabalho há mais de dois anos tem sofrido bastante e isso é ruim porque tem uma literatura grande de mercado de trabalho que mostra que, quanto mais tempo a população fica sem trabalhar, mais difícil é a volta ao mercado de trabalho. Quando acaba de perder um emprego a pessoa tem os contatos próximos e a facilidade de se realocar é mais rápida. Quanto mais tempo fica fora, vai perdendo produtividade e deixando de saber o que tem de inovação na profissão. Fica cada vez mais difícil a pessoa voltar e ela vai ficando obsoleta”, observou.

Pandemia

Para a pesquisadora, não é possível dizer que essa situação ruim do mercado de trabalho é só culpa da pandemia, porque já não estava tão bem. “A gente estava começando a melhorar, mas, quando veio a pandemia, ainda estava com taxa de desemprego alta, de desalento alto. A pandemia piora uma situação que já não era boa. Tanto que, quando a gente começa a olhar a ocupação voltando, está voltando ao nível pré-pandemia e não é uma situação que era confortável naquele momento. Ainda que esteja voltando para aquilo que era antes da pandemia, não é suficiente para dizer que a gente está com um mercado de trabalho razoavelmente bom”, especificou.

Perspectivas

De acordo com Maria Andréia, a expectativa é que o mercado de trabalho continue melhorando, com crescimento na ocupação, mas ainda com emprego informal. “O que vai puxar a economia nos próximos meses são os serviços e eles são intensivos em mão de obra informal. A gente vai continuar vendo a melhora da ocupação, mas ainda muito em cima da informalidade. Ainda que os dados do Caged, de fato, tenham mostrado um cenário melhor para o emprego formal, eles mostram, por exemplo, que a gente já superou o contingente de trabalhadores do mercado formal do início da pandemia, mas a PNAD ainda não. Pela PNAD, a gente ainda vai ver o mercado de trabalho puxado pela ocupação informal, com uma taxa de desemprego desacelerando lentamente”, avaliou.

Na visão da pesquisadora, se o auxílio emergencial, que tem previsão de terminar em outubro, não for prorrogado, sem essa renda os beneficiários terão que voltar ao mercado de trabalho, voltando a pressionar os indicadores. Isso só será diluído caso a criação de vagas seja superior ao número de pessoas que vão tentar voltar ao mercado de trabalho com o fim do benefício. Segundo ela, é isso que está ocorrendo atualmente, com o país conseguindo gerar mais vagas do que a quantidade da população que está voltando para o mercado.

“Por isso, a desocupação está caindo, mas está caindo muito pouquinho e vai continuar nesse ritmo de queda bem suave por conta dessa pressão da força de trabalho dessas pessoas que vão voltar para o mercado de trabalho. O ritmo de criação de emprego tem que ser muito maior, porque tem que gerar vaga para tirar quem hoje já está desocupado e para também abarcar essas pessoas que estão saindo da inatividade e chegando no mercado de trabalho na condição de desempregado”, disse.

Auxílio emergencial

Segundo Maria Andréia, se houver a manutenção do auxílio emergencial isso pode gerar alguma descompressão na População Economicamente Ativa (PEA). “Ainda assim vai ter uma PEA crescendo, só que de uma maneira um pouco mais suave, e a volta ao mercado de trabalho pode ser adiada por dois ou três meses, lembrando que mesmo que reduza, a gente ainda vai ter uma taxa de desemprego alta, porque ainda tem um contingente de trabalhadores desempregados, um emprego informal sem nenhum tipo de proteção e não está contribuindo para a Previdência”, afirmou, acrescentando que o emprego informal acaba refletindo no consumo, porque o trabalhador nesta condição não vai arriscar para fazer a compra, por exemplo, de bens de consumo duráveis.

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Caixa Econômica lança linha de crédito pelo celular e com valores até R$ 1 mil - Folha Vitória

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

A Caixa Econômica Federal anunciou nesta segunda-feira (27), o Crédito "Caixa Tem". Segundo a CEF, ele poderá ser solicitado por cerca de 100 milhões de clientes. Os empréstimos vão de R$ 300 a R$ 1 mil e podem ser contratados diretamente no celular. 

A atualização do cadastro e a solicitação do crédito, sujeito à aprovação, estarão disponíveis de forma escalonada aos clientes que já possuem contas digitais no Caixa Tem, de acordo com o mês de aniversário.

Por exemplo: para quem nasceu nos meses de janeiro e fevereiro, a opção já está disponível a partir desta segunda (27). Já a abertura de conta no aplicativo Caixa Tem para novos usuários começa no próximo dia 8 de novembro, também de forma escalonada e levando em conta o mês de nascimento.

A contratação poderá ser realizada de duas maneiras

1) Crédito Caixa Tem Pessoal: – Empréstimo com destinação livre para o que o cliente necessitar, inclusive para utilizar em despesas pessoais, como pagamentos de dívidas;

2) Crédito Caixa Tem para o Seu Negócio: Empréstimo para investimento produtivo orientado para despesas do seu negócio, como obter recurso para pagamento aos fornecedores, as contas de água, de luz, de internet, o aluguel, a compra de matérias-primas e/ou mercadorias para revenda, entre outras.

A diferença entre as duas linhas de crédito fica por conta do destino dos recursos contratados. Para os dois casos, o valor de contratação é de R$ 300 a R$ 1 mil. Vale ressaltar que a taxa de juros é de 3,99% ao mês, com pagamento em até 24 vezes.

O que fazer para contratar a linha de crédito?

Segundo informações fornecidas Pela Caixa, primeiro, o cliente precisa atualizar de forma gratuita o "CAIXA Tem" nas lojas de aplicativos Google Play ou Apple Store. 

Depois, deve acessar o aplicativo e selecionar “Atualize seu cadastro” no menu. A partir daí, cada etapa da atualização prevê a digitalização de documento de identidade e foto no formato “selfie” do usuário. Dentro de 10 dias, o cliente terá a avaliação do cadastro concluída.

Depois do processo de atualização do cadastro concluído, a conta  do cliente passa de Poupança Social Digital CAIXA para Poupança Digital+. O empréstimo é creditado exclusivamente na Poupança Digital+ do cliente após a contratação. As parcelas são debitadas mensalmente da mesma conta do cliente. 

Mais informações sobre como fazer a contratação de crédito, fazer pagamentos e até mesmo quitar o empréstimo estão disponíveis no site www.caixa.gov.br/caixatem.

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Bolsonaro diz que inflação não é por 'maldade' mas afirma: 'Nada está tão ruim que não possa piorar' - O Globo

BRASÍLIA — Em solenidade alusiva aos mil dias do seu governo, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que os problemas econômicos enfrentados na sua gestão, sobretudo a inflação no preço dos combustíveis, são uma realidade mundial e não acontecem por 'maldade'. O presidente, entretanto, citou que "nada está tão ruim que não possa piorar".

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Bolsonaro participou com diversos ministros do lançamento do programa Crédito Caixa Tem, que planeja conceder empréstimos de R$ 300 a R$ 1 mil  para quem tem conta no aplicativo da Caixa, usado para distribuir o auxílio emergencial.

— Mas nós temos o percurso, temos muitos obstáculos. São intransponíveis? Não, mas depende do entendimento de cada um. Alguém acha que eu não queria a gasolina a R$ 4 ou menos? O dólar a R$ 4,50 ou menos? Não é maldade da nossa parte, é uma realidade. E tem um ditado que diz: "Nada está tão ruim que não possa piorar". Não queremos isso porque temos o coração aberto, e tem uma passagem bíblica que diz: "Nada temeis, nem mesmo a morte, a não ser a morte eterna" — disse o presidente.

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O IPCA-15 de setembro atingiu 10% em 12 meses encerrados em setembro. O indicador mede as variações de preços entre os dias 15 de cada mês e, por isso, serve como uma prévia do IPCA, usado nas metas de inflação do governo.

Analistas já veem inflação a 8,45% no fim do ano, bem acima da meta de inflação definida pelo Banco Central.

Preço do gás no Reino Unido

Durante seu discurso, Bolsonaro afirmou que os problemas econômicos são causados em decorrência da pandemia e que muitos países do mundo estão enfrentando problemas parecidos.

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O presidente citou, por exemplo, o Reino Unido, onde o preço do gás natural subiu 300%, e os Estados Unidos, onde o preço da gasolina aumentou 40%.

— Mil dias de governo, com uma pandemia que muitos acham que o que acontece hoje em relação à economia, preço de combustíveis, entre outros problemas, está acontecendo porque eu sou o presidente e não pelo que passamos, estamos passando — afirmou Bolsonaro.

Em relação ao preço dos combustíveis, Bolsonaro ressaltou que não há muito o que se fazer em razão do arcabouço normativo que rege a atuação da Petrobras. O presidente relembrou quando, no início do ano, pressionou a estatal pelo aumento do preço da gasolina, o que levou à troca da presidência da empresa.

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Segundo Bolsonaro, embora o grande acionista da empresa seja o governo federal, ele não possui o poder de decidir coisas dentro da empresa. O presidente lembrou que, no momento da troca de presidentes, a Petrobras perdeu "dezenas de bilhões de reais" em seu valor na Bolsa de Valores.

— Ninguém trabalha sob pressão. Trabalha com observações, como hoje estive com o ministro Bento (Albuquer, de Minas e Energia), conversando sobre a nossa Petrobras, o que nós podemos fazer para diminuir o preço na ponta — afirmou.

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Caixa lança empréstimo de até R$ 1.000 no Caixa Tem; juro é de 3,99% ao mês - UOL

A Caixa lançou nesta segunda-feira (27) um programa de empréstimos de pequenos valores (microcrédito) por meio do aplicativo Caixa Tem, que poderá ser contratado por até 100 milhões de pessoas. Os empréstimos terão valores de R$ 300 e R$ 1.000, com taxa de juros de 3,99% ao mês e pagamento em até 24 vezes.

O cliente toma o empréstimo diretamente pelo celular, no aplicativo. O Caixa Tem foi criado no primeiro semestre de 2020 para o governo pagar o auxílio emergencial para milhões de pessoas. Beneficiários do auxílio recebem até hoje o dinheiro em poupanças digitais gratuitas. O app também foi usado para pagar o BEm (Benefício Emergencial, pago a quem teve o salário reduzido) e o abono salarial do PIS/Pasep. Desde novembro, beneficiários do Bolsa Família também passaram a receber o depósito na poupança digital.

Para ter acesso aos empréstimos, os usuários do app precisam atualizar seu cadastro no Caixa Tem com informações pessoais.

Essa atualização será liberada gradativamente, conforme o mês de aniversário do usuário, seguindo o calendário abaixo:

  • Janeiro e fevereiro: 27/9
  • Março e abril: 18/10
  • Maio e junho: 8/11
  • Julho e agosto: 29/11
  • Setembro e outubro: 13/12
  • Novembro e dezembro: 27/12

Após a atualização, o usuário da conta poderá pedir o crédito Caixa Tem diretamente pelo app. O valor liberado dependerá de análise de crédito.

"Antes de contratar, lembre-se de fazer as contas para ver se o valor das parcelas cabe no seu bolso, pois é importante manter o pagamento do empréstimo em dia para que sua vida financeira fique sempre organizada", diz um aviso exibido no aplicativo.

Caixa Tem oferece dois tipos de empréstimos

Através do Caixa Tem, o usuário pode fazer dois tipos de empréstimos: o Pessoal e o Produtivo. O primeiro é indicado para despesas pessoais, enquanto o segundo é para investir em negócios e/ou empreendimentos. A taxa de juros de ambos é a mesma: 3,99% ao mês e pagamento em até 24 vezes.

Os valores liberados para empréstimo são baseados nas informações do cadastro do usuário e levam em conta o histórico financeiro pessoal e/ou do negócio. Após a avaliação do crédito, o valor é liberado.

Caixa já vinha atualizando cadastros

A Caixa já estuda formas de implementar a oferta de microcrédito pelo Caixa Tem há meses. Executivos do banco afirmaram em diversas oportunidades que o plano era expandir os serviços oferecidos por meio do aplicativo.

Em março de 2021, o app exibiu por algumas horas a opção "Cliente Top", que guiava os usuários para uma atualização cadastral. O ícone gerou confusão e acabou sendo tirado do ar.

À época, o UOL apurou que se tratava de um projeto-piloto para atualizar as poupanças digitais. Um dos objetivos era justamente ter mais dados sobre o perfil de cada usuário para poder oferecer o microcrédito.

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O custo da crise elétrica no bolso do consumidor - O Antagonista

O custo da crise elétrica no bolso do consumidor
Foto: Assembleia Legislativa de SP/Divulgação

O Ministério de Minas e Energia (MME), além de estudos e simulações do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) mostram que o acionamento das térmicas entre janeiro e novembro deste ano custará R$ 13,1 bilhões. Esse valor, claro, será compensado na conta de luz e pode ser ainda maior.

Segundo o Globo, em outubro, o MME fará um leilão, em processo simplificado, para compra de adicional de energia, com prazo previsto para abril de 2022 a dezembro de 2025 e possibilidade de entrega antecipada.

“Poderão participar do leilão térmicas a gás com custo de até R$ 750 por megawatt-hora (MWh) e a óleo diesel e óleo combustível de até R$ 1 mil/MWh. A fatura sairá mais cara do que os leilões anteriores, mas o governo argumenta que o ‘prazo desafiador’ para entrada em operação resulta em custo mais alto. E aposta que ampliar a concorrência possa segurar os preços.”

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Energia solar: quanto custa um painel? A conta de luz continua chegando? - UOL

A conta de luz não para de subir, e a crise hídrica já levou à criação de uma nova bandeira tarifária, que aumenta em R$ 14 a conta para cada 100 kWh consumidos. Sem muitas opções, o brasileiro tem que economizar energia para tentar salvar algum dinheiro no bolso.

Mas, ao mesmo tempo em que o céu trouxe a má notícia da falta d'água, também proporciona a geração de energia solar, considerada limpa, ou seja, que não consome recursos naturais na sua produção.

Em várias cidades, conjuntos habitacionais criados pelo governo já têm painéis solares, principalmente para aquecer a água do chuveiro, um dos grandes vilões do consumo, especialmente em dias frios.

A capacidade instalada de fontes de energia renovável, em especial a energia solar, cresceu mais de 240% nos últimos cinco anos, segundo dados da Irena (Agência Internacional de Energia Renovável, na sigla em inglês).

"Tivemos um salto bastante importante nesse setor nos últimos anos, e acredito que o crescimento vai continuar. As pessoas começaram a entender que produzir energia em casa pode ser caro em um primeiro momento, mas valioso a longo prazo", diz o engenheiro elétrico Francis Polo, CEO da Polo Engenharia, de Araçatuba (SP).

De fato, a instalação dos painéis exige um investimento inicial alto, que nem todos podem conseguir bancar. Veja abaixo os preços médios e tire outras dúvidas sobre o assunto.

Projeto quer cobrar pelo uso de fios

Um projeto de lei aprovado na Câmara dos Deputados, e que está na fila para análise no Senado estabelece a cobrança de tarifa de quem tem painel solar, porque esses consumidores utilizam a rede de fios das concessionárias.

Hoje, as concessionárias cobram um valor que pode variar de 5% a 10% do total da conta para manutenção da infraestrutura convencional (postes, fios, ligações às casas etc). Mas essa cobrança não inclui o uso dos fios.

O especialista em energia elétrica Nelson Koeke explica que, quando uma pessoa produz energia, o que "sobra" não é perdido.

"O excedente dessa energia vai para a rede da concessionária elétrica, e o consumidor ganha créditos, que podem ser usados em até 60 meses, na média", diz.

Hoje, o valor do crédito pode chegar a R$ 0,80 por kWh gerado, dependendo do estado. Em alguns locais, há cobrança de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), como em São Paulo.

O projeto aprovado pela Câmara prevê que os consumidores que instalarem painéis até 12 meses depois de a lei entrar em vigor poderão manter os benefícios fiscais até 2045.

Quem tem painel solar não recebe conta de luz?

Não é bem assim. As concessionárias de energia elétrica trabalham com a tarifa mínima, que é um valor cobrado pela disponibilização da estrutura convencional. O projeto de lei que está em andamento prevê a regulamentação desse tipo de tarifa, obrigando todos que produzem energia a pagar pelo uso da rede.

As concessionárias estimam que a redução na conta de quem gera energia em casa possa chegar a 95%.

Porém, há outro detalhe: muitas delas só cobram a conta quando o valor chega a um determinado patamar. A CPFL Paulista, que é responsável pelo abastecimento de mais de 50% do interior de São Paulo, por exemplo, só permite o pagamento da conta quando ela chega a R$ 70. Se o valor não é alcançado no mês, é somado com o do mês seguinte, e assim por diante.

Na prática, pode ser que a pessoa fique um ou dois meses sem pagar a conta, mas ela terá que ser quitada em algum momento.

Quanto custa um painel solar?

Depende da capacidade de geração de energia do equipamento. Painéis que produzem mais custam mais caro, até R$ 1.000 cada um. Mas é importante lembrar que o painel sozinho não adianta de muita coisa. É necessário uma série de equipamentos e fios para que a energia possa ser usada.

Um projeto para uma residência pode variar entre R$ 10 mil e R$ 20 mil, dependendo do tamanho da casa e do consumo de energia da família (temos um exemplo na continuação deste texto).

R$ 18 mil em casa para 4 pessoas

A Absolar (Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica) estima que, hoje, a conta de luz de uma família de quatro pessoas em uma casa de 100 metros quadrados seja de aproximadamente R$ 300.

A pedido do UOL, Polo calculou quanto custaria a instalação dos painéis neste exemplo.

Para que a família tenha energia suficiente, seriam necessários oito painéis solares de aproximadamente 2,1 metros de comprimento. O custo total, já incluindo mão de obra e todos os equipamentos, ficaria em torno de R$ 18 mil.

A estimativa é que a economia na conta de luz possa chegar a 90%. Portanto, o valor pago poderia ser de R$ 20, contando créditos que seriam gerados para a concessionária.

No exemplo, o investimento se pagaria em cinco ou seis anos, mas, segundo Polo, o valor poderia ser ecuperado mais rapidamente.

"Temos que considerar os reajustes anuais e o próprio aumento do consumo da casa, que impactaria mais na conta tradicional", explica.

Quando vale a pena instalar painel solar?

A opção pela energia solar faz sentido quando a conta de luz fica acima de R$ 200 — hoje, um gasto médio de 190 kWh/mês—, segundo Rodolfo Meyer, CEO do Portal Solar.

"As bandeiras tarifárias e o custo da produção de energia tradicional estão sobrecarregando o bolso do consumidor. Por isso, a gente tem uma situação em que passa a valer a pena o painel solar até mesmo em casas menores", afirma.

Sistema funciona em dias nublados ou chuvosos?

Os especialistas garantem que há produção de energia quando o dia fica encoberto, mas em menor escala.

A única exceção é à noite, quando não há nenhum tipo de luz solar. Segundo o especialista em energia solar Newton Koeke, nesses casos, a casa usa energia da rede convencional.

Em quanto tempo o investimento se paga?

Rodrigo Sauaia, presidente executivo da Absolar, estima que, para uma casa, o valor do investimento seja recuperado em até cinco anos.

Qual é a vida útil de um painel solar?

A garantia de fábrica é de 25 anos.

"A tendência é que daqui 20 anos nós tenhamos um movimento de atualização dos painéis que foram instalados agora", explica Meyer. Os painéis que forem "descartados" podem ser reciclados — movimento que a indústria já começa a preparar, segundo ele.

Quanto custa a mão de obra para instalar um painel?

Segundo os especialistas ouvidos pela reportagem, o valor da mão de obra varia dependendo de onde os painéis serão instalados — chão, coberturas, telhados. Porém, segundo o CEO do Portal Solar, a média pode variar entre 20% a 30% do custo total.

Prédios também podem instalar painéis solares?

Sim. É claro que a quantidade de painéis aumenta dependendo do número de apartamentos e do objetivo da energia. Pode ser para abastecer apenas chuveiros ou só para tomadas e lâmpadas, por exemplo.

Tem desvantagem?

Na avaliação dos especialistas ouvidos pelo UOL, a principal desvantagem é o custo inicial.

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Com Selic a 11,25%, quanto rende investimento de R$ 1 mil? - Revista Oeste

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