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Thursday, June 30, 2022

Preço da gasolina cai, fica abaixo de R$ 7 e deve reduzir mais no ES - A Gazeta ES

Após reajuste, litro da gasolina já encosta em R$ 8 no ES
Por conta do desconto das parcelas de imposto federais, preços dos combustíveis estão sendo ajustados para baixo no ES. Crédito: Pexels

No Espírito Santo, o governo reduziu a alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para combustíveis. A medida começa a valer na próxima sexta-feira (1), mas os postos já estão abaixando os preços devido ao desconto das parcelas de impostos federais. Com a medida, a gasolina já pode ser encontrada com valores abaixo de R$ 7 em alguns municípios capixabas, com a perspectiva de o custo cair ainda mais para o consumidor. 

Segundo o Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo (Sindipostos-ES), essa primeira queda nos preços é decorrente do corte de tributos federais (PIS/Cofins e Cide) sobre gasolina, etanol e Gás Natural Veicular (GNV) que estão chegando aos postos que, gradativamente, repassam o desconto ao consumidor. Cabe ressaltar que o diesel já estava com os tributos federais zerados.

Esses impostos foram zerados pela mesma lei que estabeleceu o teto para a alíquota do ICMS. Em alguns postos de Vitória, por exemplo, que antes a gasolina era vendida a R$ 7,49, o preço do litro está R$ 7,19, no crédito.

O preço médio da gasolina nos municípios capixabas está, atualmente, em R$ 7,54, segundo o Monitor de Combustíveis da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz), considerando as notas fiscais emitidas nesta terça-feira (28). No entanto, levantamento realizado pela reportagem de A Gazeta junto a postos de nove municípios, nesta quarta-feira (29), apontou preços mais baixos.

O litro de gasolina mais caro identificado no Estado está em um posto de Cachoeiro de Itapemirim, no Sul do Estado, no qual quem vai abastecer precisa desembolsar até R$ 7,65. Na sequência, aparecem dois estabelecimentos de Colatina, na Região Noroeste, onde os preços alcançam R$ 7,59.

Na Grande Vitória, os preços variam entre R$6,72 e R$ 7,29. Alguns estabelecimentos oferecem desconto de centavos, caso o pagamento seja feito à vista (dinheiro ou débito).

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Wednesday, June 29, 2022

Após dia de alta, dólar cai 1,39% e fica em R$ 5,193; Bolsa fecha em baixa - UOL Economia

Tanto o dólar comercial quanto o Ibovespa, principal índice da B3, a Bolsa de Valores de São Paulo, caíram na sessão de hoje. A moeda americana encerrou o dia com queda de 1,39%, cotada a R$ 5,193. Já o Ibovespa terminou o pregão com recuo de 0,96%, a 99.621,58 pontos.

Na variação semanal, o dólar caiu 1,14% e na mensal cresceu 9,27%. Na variação anual a moeda recuou 6,87%.

O dólar perdeu fôlego depois de chegar ontem ao maior patamar ante o real em quase cinco meses. Os investidores agiam com cautela por temor de recessão nos Estados Unidos.

Gustavo Cruz, estrategista da RB Investimentos, disse que a leitura de parte dos mercados financeiros é de que esse sinal de fraqueza na maior economia do mundo, com as perspectivas para os próximos trimestres também incertas, poderia forçar o banco central norte-americano a parar de subir os juros antes do planejado. Ele, porém, explicou que acredita que isso seja pouco provável.

O valor do dólar divulgado diariamente pela imprensa, inclusive o UOL, refere-se ao dólar comercial. Para quem vai viajar e precisa comprar moeda em corretoras de câmbio, o valor é bem mais alto.

Bolsa registra perdas

A Bolsa também caiu e encerrou o pregão a 99.621,58 pontos. A queda no Ibovespa foi de 0,96%.

Ocupava o foco de atenções o substitutivo da chamada PEC dos Combustíveis, que prevê um impacto total de 38,75 bilhões de reais em razão de novos benefícios, como aumentos nos valores do Auxílio Brasil e Auxílio Gás e a criação de voucher para transportadores autônomo de carga.

Na variação semanal, a Bolsa subiu 0,96%. Na mensal, caiu 5,56% e na anual, 4,96%.

Os papeis com a maior alta na Bolsa foi da MRV Engenharia (MRVE3), que subiu 3,54%. Os dois extremos da Bolsa foram ocupados por empresas do setor de saúde. Enquanto a Rede D'Or ficou em segundo lugar entre as que mais cresceram, com aumento de 3,39%, a Qualicorp (QUAL3) foi o destaque negativo, com queda de 8,38%.

*Com Reuters

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Bomba-relógio deve explodir no próximo governo e faz Risco Brasil disparar - VEJA

O Risco Brasil disparou quase 30% somente no decorrer do mês de junho. O índice que mede basicamente o perigo de se investir no país está em 281 pontos, o maior nível desde maio de 2020, quando os mercados ainda estavam em pânico pelo início da pandemia. Se o Risco Brasil é de 281 pontos, o investidor precisaria receber 2,8 pontos percentuais a mais em um título do que ele receberia no Tesouro americano, que é o índice de referência e considerado o mais seguro do mundo. Em outras palavras, não está muito vantajoso arriscar investir no Brasil.

Para alguns economistas, existe uma bomba fiscal que só deve explodir em 2023, no próximo governo. “O fiscal vai explodir, a conta vai vir e não vai fechar. Além dos gastos fora do teto que já estressam o mercado, ninguém sabe qual será o efeito da Selic no pagamento dos juros sobre a dívida da União. Existe uma bomba-relógio em todos os sentidos para a próxima gestão”, diz Fabrizio Velloni, economista-chefe da Frente Corretora. Nesta quarta-feira, 29, o novo texto da antiga PEC dos Combustíveis que prevê gastos adicionais de quase 40 bilhões de reais foi revelado e a bolsa brasileira amargou mais um pregão em queda.

*Quer receber alerta da publicação das notas do Radar Econômico? Siga-nos pelo Twitter e acione o sininho.


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Declaração do Simples Nacional: veja o passo a passo para fazer a sua - Seu Crédito Digital

Confira o passo a passo para fazer a declaração anual do Simples Nacional!

Tempo estimado de leitura: 4 minutes

Quem é MEI precisa, todos os anos, fazer a chamada declaração do Simples Nacional. Para isso, é possível contratar um contador para fazer o serviço, mas também existe a possibilidade de fazer sozinho. Afinal, não é um processo tão complicado, e aprendê-lo para fazer com que você economize algum dinheiro.

Então, para ajudar aqueles que pretendem fazer a declaração pela primeira vez, trouxemos um passo a passo. Confira a seguir!

Saiba mais sobre a declaração do Simples Nacional

Assim, a primeira questão importante é saber da importância deste processo. Atualmente, as micro e pequenas empresas, juntamente com os MEIs, representaram mais de 2 milhões de empreendimentos abertos no país apenas em 2021. Por isso é tão importante entender sobre o Simples Nacional e a declaração anual simplificada para o Microempreendedor Individual, chamada de DASN – SIMEI.

No caso do Simples Nacional, o sistema foi disponibilizado no final da década de 1990 no Brasil. Seu principal objetivo é justamente facilitar e simplificar a maneira de tributar e recolher impostos de micro e pequenas empresas. Já a declaração anual é apresentada à Receita Federal todos os anos, contendo informações sobre o faturamento da empresa.

Sugestões para você

Neste ano, o prazo do envio da DASN-SIMEI para a Receita Federal iniciou em 3 de janeiro e encerrou em 31 de maio. Portanto, em caso de atraso, há cobrança de multa. Suas arrecadações mensais também devem estar em dia.

Entre os benefícios do Simples Nacional, estão as vantagens na prestação de contas tributárias estabelecidas pelo Estatuto. Além disso, a empresa garante tratamento diferenciado para o cumprimento de obrigações trabalhistas e previdenciárias, de acesso a crédito e aquisições de bens e serviços.

Por fim, para fazer a sua declaração, você deve ser um optante pelo Simples Nacional. Para isso, basta apenas fazer uma solicitação online, pelo site do Simples, direto no portal da Receita Federal brasileira. Acesso a aba Serviço, depois Opção e, por sim, Solicitação de Opção pelo Simples Nacional.

Passo a passo para fazer a declaração anual do Simples Nacional

  • Acesse Portal do Empreendedor, do Governo Federal, e clique na opção Declaração Anual – DASN-SIMEI;
  • Informe o CNPJ da empresa e o código informado na tela, depois toque em continuar;
  • Na tela seguinte, haverá duas opções: Original e Retificadora. A retificadora é no caso de você já ter enviado sua declaração, mas precisar alterar alguma informação;
  • A DASN é feita com relação ao ano anterior em que é feita, então selecione o ano anterior (no caso deste ano, 2021);
  • No campo Valor da Receita Bruta Total, você deve informar o faturamento total da empresa no ano em questão;
  • No campo abaixo, preencha os dados relativos a atividades de indústria, comércio e serviço de transporte;
  • Enfim, sua declaração está finalizada e você deve guardar o comprovante, caso precise futuramente.

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Imagem: Miha Creative / shutterstock.com

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Tuesday, June 28, 2022

Conta de luz: Aneel vai rever reajustes tarifários aprovados até maio; índices chegaram a até 24% - Globo

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) vai rever os reajustes tarifários aprovados de fevereiro a maio para considerar no cálculo a devolução de tributos pagos a mais pelos consumidores de energia no passado. A tendência é que os reajustes, que em alguns casos chegaram a até 24% neste ano, sejam reduzidos.

A informação foi divulgada pela diretora-geral interina da Aneel, Camila Figueiredo Bomfim Lopes, durante reunião desta terça-feira (28) da diretoria da agência.

A devolução dos tributos pagos a mais pelos consumidores foi objeto de projeto de lei aprovado pelo Congresso Nacional neste mês, numa ofensiva do Congresso e do governo para atenuar os reajustes da conta de luz em ano eleitoral.

O projeto foi sancionado sem vetos pelo presidente Jair Bolsonaro na segunda-feira (27). A publicação consta no "Diário Oficial da União" desta terça-feira (28).

A mesma lei que autorizou a devolução dos valores obriga a Aneel a aplicar os descontos nos reajustes tarifários das distribuidoras de energia e a fazer uma revisão tarifária extraordinária no caso daquelas que já passaram pelo processo de reajuste.

Os termos dessa devolução, contudo, serão definidos pela Aneel. Ao todo, há um saldo de R$ 48 bilhões em créditos tributários para serem usados, frutos de impostos pagos a mais pelos consumidores na tarifa.

13 distribuidoras

Ao g1, a Aneel informou já que foi aberto um processo específico de revisão tarifária para cada distribuidora de energia que passou por reajuste no começo deste ano.

Ao todo, 13 distribuidoras de energia terão seus reajustes tarifários homologados revistos: Sulgipe (SE), Celpe (PE), Enel Ceará (CE), Neoenergia Coelba (BA), Neoenergia Cosern (RN), Energisa Sergipe (SE), Energisa Mato Grosso (MT), Energisa Mato Grosso do Sul (MS), CPFL Paulista (SP), CPFL Santa Cruz (SP, MG e PR), Enel Distribuição Rio (RJ), Light (RJ), Energisa Borborema (PB).

Essa era uma demanda do Congresso Nacional, já que os reajustes aprovados até maio pela Aneel estavam, em média, em 18%. Em alguns casos, chegaram a quase 24%, conforme mostrou o g1.

Questionada, a Aneel afirma que a tendência é que os reajustes aplicados sejam reduzidos.

Reajustes de junho

Os reajustes mais recentes, aprovados neste mês de junho, já consideraram a devolução dos valores, antes mesmo da lei ser sancionada.

Por isso, explica a Aneel, essas distribuidoras não precisarão passar por revisão extraordinária, pois o cálculo das tarifas já considerou o benefício. É o caso, por exemplo, da Cemig (MG) e da Enel São Paulo.

Entenda a sua conta de luz

Entenda a sua conta de luz

Entenda o caso

Durante anos, o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS, imposto estadual) foi utilizado na base de cálculo dos tributos federais PIS e Cofins.

No entanto, em 2017, o Supremo Tribunal Federal entendeu que o ICMS não poderia compor a base do PIS e Cofins.

O imposto pago a mais foi devolvido às distrbuidoras na forma de crédito tributário, a ser abatido dos reajustes tarifários, em benefício do consumidor.

Ao todo, há R$ 60 bilhões, só que R$ 12 bilhões já foram utilizados em anos anteriores em que houve acordo da Aneel e da distribuidora, sobrando um saldo de R$ 48 bilhões para ser usado.

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Governo quer usar R$ 54 bi de receita extra com BNDES e estatais para bancar pacote de benefícios - Economia & Negócios Estadão

BRASÍLIA - O governo conta com o ingresso de cerca de R$ 54 bilhões em receitas extras para compensar o impacto do pacote para turbinar os benefícios sociais, sendo R$ 17 bilhões de reforço adicional de pagamento de dividendos pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Essa receita servirá para contrabalançar o impacto da PEC dos Combustíveis, em que serão incluídas as medidas, e manter a mesma trajetória de déficit fiscal prevista para este ano antes da decisão do governo de aumentar os gastos em ano de eleições.

Depois de a ala política do governo bancar um novo pacote de medidas para diminuir o impacto da alta dos combustíveis, o esforço da equipe econômica é para conter a pressão por gastos ainda maiores e garantir que o custo extra seja financiado com receitas adicionais que não estavam na conta antes do anúncio do pacote para não piorar a dívida pública. O Estadão apurou que a ala política tenta subir o valor previsto inicialmente para reforçar o Auxílio Brasil e o vale-gás.

O rombo estimado nas contas do governo federal é de cerca de R$ 65 bilhões ao final de 2022, mesma trajetória esperada agora com as receitas extras.

Além do pagamento de dividendos do BNDES referente a 2020 e 2021, a cesta de receitas extras conta com um reforço dos dividendos da Petrobras referente ao lucro do segundo semestre e de outras estatais e mais R$ 26,6 bilhões já depositados pela Eletrobras em decorrência da operação de privatização da empresa.

O dinheiro pago pela Eletrobras não estava na conta do Orçamento por causa das incertezas que rondavam a operação.

O lucro da Petrobras no primeiro trimestre garantiu cerca de R$ 11 bilhões em dividendos ao Tesouro Nacional, e o governo avalia que é “razoável” esperar um resultado robusto também no segundo semestre. No primeiro trimestre, a receita estimada para todo o ano no Orçamento com dividendos da Petrobras já foi superada.

A determinação do Ministério da Economia é para que as estatais que ainda não o fazem passem a transferir os dividendos trimestralmente à União.

Até o momento, o custo estimado do pacote ronda R$ 54 bilhões, entre aumento de despesas e perda de receitas com desoneração de tributos.

Desse total, cerca de R$ 37 bilhões são de despesas que ficarão fora do teto de gastos para bancar o aumento do Auxílio Brasil (de R$ 400 para R$ 600); a bolsa-caminhoneiro de R$ 1 mil; o reforço no vale-gás (o benefício atual, em torno de R$ 53, deve ser  dobrado e passar a ser mensal, em vez de a cada dois meses); a gratuidade do transporte público aos idosos; e a compensação aos Estados que reduzirem para 12% o ICMS sobre o etanol.

Todas essas medidas foram anunciadas e descritas, na semana passada, pelo senador Fernando Bezerra (MDB-PE), relator da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos Combustíveis que falou em um custo de R$ 34,8 bilhões. Mas o valor já está em R$ 37 bilhões e pode subir ainda mais. Nos bastidores do governo, técnicos afirmaram que o valor do Auxílio Brasil e do vale-gás pode chegar a R$ 30 bilhões. Bezerra estimou inicialmente em R$ 23,02 bilhões para esses dois benefícios.

Outros 17 bilhões são perda de receita com a zeragem do PIS/Cofins e Cide (tributos federais) da gasolina e etanol até o final do ano. Essa medida já foi aprovada pelo Congresso.

A conta do custo da PEC dos Combustíveis não leva em consideração uma eventual compensação aos Estados pela perda de arrecadação superior a 5% até dezembro de 2022 com a fixação do teto de entre 17% e 18% do ICMS de combustíveis, telecomunicações, transporte urbano e energia elétrica.

Esse gatilho foi incluído em projeto aprovado pelo Congresso na semana passada e já sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro.

Procurado pelo Estadão, o Ministério da Economia informou que, se houver impacto, ele ocorrerá no próximo ano, pois o gatilho da compensação vai comparar a arrecadação total no ano de 2022.

Somente no início do próximo ano será feita a avaliação se houve ou não queda de arrecadação, informou a assessoria do Ministério da Economia. Ou seja, uma eventual compensação só entrará no caixa dos governadores eleitos nas eleições deste ano. Se não fosse a PEC dos Combustíveis, o presidente Bolsonaro terminaria o seu governo próximo de zerar o déficit fiscal.

O governo quer aprovar um decreto de emergência com a justificativa da guerra da Rússia com a Ucrânia para dar segurança jurídica e afastar restrições eleitorais das medidas. A lei impede que no último ano do mandato se crie um benefício novo para impedir que governantes se beneficiem da "caneta" na corrida eleitoral.

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Monday, June 27, 2022

ANS suspende venda de 70 planos de saúde; lista inclui Amil e Unimed - UOL Economia

A ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) anunciou hoje que 70 planos de saúde terão vendas suspensas de forma temporária a partir de 30 de junho devido a reclamações de consumidores sobre a cobertura assistencial. Os planos são de 8 operadoras, entre elas, Amil e Unimed.

No site, a agência pede para que a população "não contrate os planos de saúde da lista abaixo" e afimar que, caso o consumidor receba alguma oferta, que denuncie a venda à ANS.

Para decidir pela suspensão, o órgão regulador levou em consideração mais de 37 mil reclamações que foram registradas desde 1º de janeiro deste ano até 31 de março.

A agência estima que a medida afeta mais de 1 milhão de beneficiários e reforçou que esses planos de saúde só poderão ser comercializados novamente quando as operadoras comprovarem melhoras nos serviços.

Veja a lista completa de planos suspensos:

Amil

  • Amil Blue: STAR - CE

  • Amil Blue IV Nacional PJ QP

  • Amil 200 QP Gr. Munic. BR Copart R PJCE

  • Amil 700 QP Nacional R Copart PJCE

  • Amil 400 QC Nacional R PJCA

  • Amil 400 QP Nacional R Copart PJCA

  • Amil 400 QP Nacional R PJCA

  • Amil 400 QC Nacional R Copart PJCE

  • Amil 400 QC Nacional R PJCE

  • Amil 400 QP Nacional R PJCE

  • Amil 200 QC Gr. Munic. RM RJ PJCE a

  • NEXT (Amil Fácil 50) Mun São Paulo QC PJCA

  • NEXT Mun São Paulo QC PJCE

  • Amil 200 QP Gr. Munic. RM SP R PJCE e

  • NEXT PLUS RM RJ QC PJCE

  • Amil 500 QP Nacional Copart R ADM a

  • Amil 400 QC Nacional Copart R ADM a

  • Amil 350 QC Nac R Copart S/Obst PJ

  • Amil 350 QP Nac R PJ

  • Amil Fácil 50 QC SP Plus BX Jundiaí GM Copart PJA

  • Amil Fácil S60 QC SP GM PJ

  • Amil Fácil S60 QC SP BX Jundiaí GM PJ

  • Amil Fácil S60 QC SP BX Jundiaí GM Copart S/Obst PJ

  • Amil Fácil S60 QC RJ GM PJ

  • Amil Fácil S80 QP SP RJ DF PR PE GM Copart PJ

  • Amil S380 QC Nac R PJ

  • Amil S380 QC Nac R Copart PJ

  • Amil S380 QP Nac R PJ

  • Amil S380 QP Nac R Copart PJ

  • Amil S450 QP Nac R PJ

  • Amil S450 QP Nac R Copart PJ

  • Amil S450 QC Nac R PJ

  • Amil S750 QP Nac R PJ

  • Amil S750 QP Nac R PJA

  • Amil S380 QP Nac R PJA

  • Amil S380 QC Nac R PJA

  • Amil Fácil S40 QC SP GM Copart PJ

  • Amil Fácil S40 QC SP GM PJ

  • Amil Fácil S40 QC GRU Região GM PJ

  • Amil E85 QC SP RJ DF GO GM Copart PJ

  • Amil Fácil S60 QC SP Mais GM PJ

  • Amil Fácil S80 QP SP RJ DF PR PE GM2 PJ

Biovida

  • BV-Sênior/Enf/SP/ABC

Esmale

Santo André

  • Medical Ind 200

  • Orion

  • Diamante

  • Rubi

  • Prime 300

  • Personal Referenciado

Saúde Brasil

Unimed

  • Unimed Vertente Do Caparaó - Cooperativa De Trabalho Médico Ltda: Nacional Adesão Pós - Enf

  • Unimed Empresarial PP Especial

  • Unimed Ômega Plus S

  • Unimed Singular

  • Unipart Alfa 2

  • Unimed Alfa 2

  • Unimed Personal Quarto Coletivo 2

  • Unimed Delta 2

  • Unimed Alfa 2

  • Unimed Beta 2

  • Unimed Personal Quarto Coletivo 2

  • Unimed Personal Quarto Coletivo

  • Unimed Delta (401809985)

  • Unimed Delta (401808987)

Outros quatro planos, de três operadoras, retornarão às vendas após terem sido liberados novamente pela ANS.

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Com Selic a 11,25%, quanto rende investimento de R$ 1 mil? - Revista Oeste

Nesta quarta-feira, 31, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) cortou pela quinta vez consecutiva a taxa básica de j...