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1 de 2 Fiat Strada Opening Edition — Foto: Divulgação/Fiat
Fiat Strada Opening Edition — Foto: Divulgação/Fiat
A Fiat Strada foi o veículo novo mais vendido de 2021, segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Foram comercializadas 109.107 unidades da picape no país, números que auxiliaram a montadora italiana a também assumir a liderança do mercado brasileiro no ano passado, com 21,83% de participação.
A Strada derrubou do topo da lista o Chevrolet Onix, que foi o carro novo mais vendido do país por seis anos seguidos. Em 2021, o hatch vendeu 73.623 unidades, uma queda aproximada de 46% em relação aos números de 2020 (135.351 unidades).
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O Onix não só perdeu a liderança como amarga a 5ª posição no ranking de mais vendidos. Trata-se de um efeito direto de uma paralisação que se estendeu por meses na produção do modelo em meados de 2021.
A GM chegou a informar que a linha de montagem do Onix sofreu com a falta de semicondutores no mercado e tamanha foi a escassez que não houve como produzir o modelo mais vendido da marca.
Depois de normalizada a situação, o Onix passou a se recuperar nas vendas dos últimos meses do ano e subiu posições. Inclusive, o modelo hatch e o sedã Onix Plus foram os líderes de vendas no mês de dezembro, segundo os dados daFenabrave.
Esses fatores associados à redução do poder de compra da população – seja por meio da alta da inflação ou pela redução da renda do trabalho – causaram a alta de apenas 3% na venda de veículos novos no ano, como informou a Fenabrave nesta quinta-feira (6).
Nesse contexto que se formou a lista de veículos mais vendidos do ano. Confira abaixo.
* O g1 não contabiliza motos e implementos rodoviários
2 de 2 10 carros mais vendidos de 2021 — Foto: Arte g1/Divulgação
10 carros mais vendidos de 2021 — Foto: Arte g1/Divulgação
Sobe e desce
O sucesso da Strada entre os comerciais leves – com domínio de quase metade do segmento – não foi o único destaque da Fiat. O hatch Argo, concorrente direto do Onix, subiu da 7ª para a 3ª colocação entre os veículos novos mais vendidos do ano. Em boa crescente, o Fiat Mobi subiu da 15ª para a 9ª colocação.
Não bastasse, a montadora faz parte do grupo Fiat Chrysler Automobiles, que inclui a Jeep e os modelos Renegade e Compass. Das dez primeiras posições da lista, portanto, a FCA detém seis.
Os modelos da Jeep também escalaram boas posições em 2021. O Renegade passou de um 9º para 4º lugar, enquanto o Compass subiu de 11º para o 6º lugar.
Além do Onix, sumiram do top 10 o Onix Plus (versão sedã e antigo 3º lugar), o Ford Ka (antigo 5º lugar e desaparecido depois do encerramento da produção da montadora americana no país) e o Volkswagen T-Cross (7ª posição em 2020).
Venda de carros usados e seminovos bate recorde em 2021
Fatia de mercado
Sem a plenitude de seu principal motor de vendas, a GM perdeu parte relevante do mercado.
Em 2020, a vantagem foi estreita com 17,35% da fatia de automóveis e comerciais leves, contra 16,8% da Volkswagen e 16,5% da Fiat.
O pódio se inverteu em 2021. A Fiat salta para o topo, seguida de uma fatia de 15,31% da Volkswagen e de 12,26% para a GM.
Pagamento do abono salarial PIS/Pasep deve ser liberado em janeiro
O calendário de pagamentos do abono salarial PIS/Pasep deste ano, apresentado pelo governo federal, será votado e aprovado pelo Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat) nesta sexta-feira (7). Esses pagamentos se referem ao ano-base 2020.
A informação foi confirmada por Canindé Pegado, conselheiro-titular e presidente do Codefat no biênio 2019-2020.
O governo é quem define as datas de pagamento do abono salarial PIS/Pasep, mas a divulgação depende de aprovação do conselho.
O Codefat é formado por representantes do governo, dos trabalhadores e dos patrões.
1 de 3 Calendário do abono salarial PIS para 2022 — Foto: Economia g1
Calendário do abono salarial PIS para 2022 — Foto: Economia g1
2 de 3 Calendário de pagamento do Pasep para o ano de 2022 — Foto: Economia g1
Calendário de pagamento do Pasep para o ano de 2022 — Foto: Economia g1
Procurado pelo g1, o Ministério do Trabalho e Previdência informou que o calendário do abono salarial PIS/Pasep relativo ao ano-base 2020 será divulgado oficialmente somente após a aprovação do Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat).
O ministério informou ainda que, neste ano, está previsto somente o pagamento do benefício referente ao ano-base de 2020.
Têm direito ao abono salarial cerca de 23 milhões de trabalhadores.
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O Codefat aprovou resolução que muda o calendário de pagamento do PIS/Pasep. Assim, os trabalhadores que deveriam receber o abono salarial de 2020 a partir do segundo semestre de 2021 só terão acesso ao pagamento em 2022.
Nos últimos anos, o pagamento começava no segundo semestre de cada ano e terminava no primeiro semestre do ano seguinte, obedecendo ao mês de nascimento do trabalhador, no caso do PIS, ou o dígito final da inscrição do servidor público, no caso do Pasep. Agora, o pagamento começará no primeiro semestre do exercício fiscal seguinte. Ou seja, o calendário 2022, ano-base 2020, terá início previsto para fevereiro de 2022.
Já o pagamento do ano-base 2021 será realizado apenas em 2023, afirma o ministério.
“De acordo com a deliberação do Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat) em março de 2021, os dados referentes ao ano-base de 2021 entregues pelos empregadores na RAIS Anual serão objeto de procedimentos operacionais para identificação dos trabalhadores com direito ao abono salarial, que serão realizados entre o mês de outubro do ano de 2022 e janeiro de 2023, e o pagamento será realizado de acordo com calendário de pagamento a ser publicado pelo Codefat em janeiro de 2023. Assim, nos termos dos regramentos legais em vigor, em 2022 somente haverá pagamento referente ao ano-base de 2020”, informa.
De acordo com números oficiais, a mudança no calendário representou uma economia de R$ 7,45 bilhões em despesas em 2021. De acordo com o governo, a mudança foi necessária para evitar o descumprimento de regras contábeis e financeiras, impedindo que despesas fossem divididas em dois anos.
320 mil não sacaram abono do ano-base 2019
Já o pagamento do calendário 2020-2021, ano-base 2019, terminou no dia 30 de junho. Não sacaram o abono 320.423 trabalhadores, no valor total de R$ 208,5 milhões, segundo o Ministério do Trabalho e Previdência.
Os trabalhadores que deixaram de sacar até o prazo final deverão esperar o próximo calendário.
Pelas regras do Codefat, o beneficiário tem direito assegurado ao abono pelo prazo de cinco anos e acúmulos são depositados no calendário seguinte.
Pagamento do abono salarial de 2020 é adiado para 2022
Quem tem direito
Tem direito ao abono salarial quem recebeu, em média, até dois salários mínimos mensais com carteira assinada e exerceu atividade remunerada durante, pelo menos, 30 dias, no ano-base de pagamento.
É preciso ainda estar inscrito no PIS-Pasep há pelo menos cinco anos e ter os dados atualizados pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais).
O calendário de recebimento leva em consideração o mês de nascimento, para trabalhadores da iniciativa privada, e o número final da inscrição, para servidores públicos.
O PIS é destinado aos trabalhadores do setor privado e é pago na Caixa Econômica Federal. O Pasep é pago para servidores públicos por meio do Banco do Brasil.
Quanto é o valor
O valor do abono salarial pode chegar ao valor de até um salário mínimo, de acordo com a quantidade de meses trabalhados. Só recebe o valor total quem trabalhou os 12 meses do ano anterior.
3 de 3 Valores do abono salarial PIS-Pasep — Foto: Economia g1
Valores do abono salarial PIS-Pasep — Foto: Economia g1
Como sacar
Para sacar o abono do PIS, o trabalhador que possuir Cartão do Cidadão e senha cadastrada pode se dirigir aos terminais de autoatendimento da Caixa ou a uma casa lotérica. Se não tiver o Cartão do Cidadão, pode receber o valor em qualquer agência da Caixa, mediante apresentação de documento de identificação.
Os servidores públicos que têm direito ao Pasep precisam verificar se houve depósito em conta. Caso isso não tenha ocorrido, precisam procurar uma agência do Banco do Brasil e apresentar um documento de identificação. Mais informações sobre o Pasep podem ser obtidas pelo telefone 0800-729 00 01, do Banco do Brasil.
A produção industrial registrou queda de 0,2% em novembro frente outubro, registrando o sexto mês consecutivo de resultados no campo negativo, período em que soma recuo de 4,0%. Já na comparação com novembro de 2020, a indústria recuou 4,4% ante novembro de 2021. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (6) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Os dados frustraram as estimativas. A expectativa mediana de analistas ouvidos pela Refinitiv era de leve alta de 0,1% na comparação mensal, e de queda de 4,2% na comparação anual.
Apesar de acumular, nos 11 meses de 2021, um avanço de 4,7% frente ao mesmo período do ano anterior, a indústria continua a se afastar cada vez mais do patamar pré-pandemia, destaca o Instituto.
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“Quando olhamos para o ano anterior, os resultados ao longo de 2021 são quase sempre positivos, pois a base de comparação é baixa, já que no início da pandemia a indústria chegou a interromper suas atividades, com o ano de 2020 fechando com um recuo de 4,5%. Porém, analisando mês a mês, observamos que, das 11 informações de 2021, nove foram negativas. Ou seja, o setor industrial ainda sente muitas dificuldades, se encontrando atualmente 4,3% abaixo do patamar de produção em que estava em fevereiro de 2020”, explica o gerente da pesquisa, André Macedo.
Ele lembra que o setor ainda sofre os efeitos da pandemia mundial, que provocou o desabastecimento de alguns insumos e encareceu o custo da produção.
“Além disso, a indústria sofre com os juros em alta e a demanda em baixa, impactada pela inflação elevada e a precarização das condições de emprego, já que com o rendimento mais baixo, o trabalhador consome menos”, avalia Macedo.
“A produção de bens de capital assinalou recuo de 3,0% e eliminou o avanço de 1,8% verificado em outubro. Já as categorias de bens semi-duráveis e intermediários registraram estabilidade, e elas respondem por 80% da média da indústria, por isso temos um resultado perto da estabilidade na média geral. Já o setor de bens de consumo duráveis apontou a única taxa positiva, de 0,5%”, pontua Macedo.
Esse ressalta, ainda, que os ramos industriais mostraram um movimento diferente do que vinham apresentando na maior parte do ano de 2021.
“Pouco menos da metade, doze de 26, dos ramos pesquisados tiveram resultados negativos. O que é algo diferente do que vínhamos observando, ou seja, mais atividades no campo negativo do que positivo”, destaca Macedo.
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Entre as atividades, as principais influências negativas vieram dos produtos de borracha e de material plástico (-4,8%), que perderam toda a expansão acumulada (3,5%) nos meses de setembro e outubro, além da metalurgia (-3,0%), que assinalou a terceira queda consecutiva, acumulando perda de 7,7% no período.
Já na comparação com novembro de 2020, a indústria recuou 4,4% em novembro de 2021, com resultados negativos em três das quatro grandes categorias econômicas, em 19 dos 26 ramos, 55 dos 79 grupos e 59,1% dos 805 produtos pesquisados. Sendo que novembro de 2021 teve o mesmo número de dias úteis (20) do que igual mês do ano anterior (20).
No índice acumulado no ano, frente a igual período do ano anterior, a expansão de 4,7% na média da indústria foi acompanhada por resultados positivos em todas as grandes categorias econômicas, 18 dos 26 ramos, 55 dos 79 grupos e 65,0% dos 805 produtos pesquisados.
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SÃO PAULO E RIO - Com a falta de chips, que fez a indústria brasileira deixar de produzir ao menos 300 mil veículos zero quilômetro em 2021, a venda de veículos usados e seminovos cresceu 17,8% ano passado, quando foram comercializadas 15,1 milhões de unidades, segundo dados da Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores (Fenauto).
É o maior crescimento da história do setor, que em média, registra expansão de 3% a 4% ao ano. O aumento da procura teve impacto no preço, fazendo com que a alta superasse a dos veículos novos.
Segundo analistas, com a valorização dos usados, o IPVA deve subir em torno de 23% neste ano e para evitar inadimplência, estados devem oferecer um bom desconto para evitar inadimplência.
Somente no mês de dezembro foram vendidos 1.201.600 veículos seminovos e usados, contra 1.165.436, em novembro, uma alta de 3,1%.
Neste número, estão incluídos veículos como ônibus, caminhões e motos. Considerando apenas automóveis, o crescimento foi de 17,4%, e nos comerciais leves, a expansão das vendas foi de 21,9%, num total de 11 milhões de unidades vendidas dessas duas categorias.
— Em 2020, as vendas caíram 12%. Quando comparamos o crescimento de 2021 com 2019, um ano sem pandemia, as vendas tiveram alta de 3,5% — diz José Everton, vice-presidente da Fenauto.
. Foto: Criação O Globo
Seminovo tem alta de 15,07%
Além do gargalo dos carros zero, outros fatores impulsionaram as vendas de usados e seminovos, segundo a Fenauto: a necessidade de levantar dinheiro para pagar dívidas (a famosa troca com troco, no qual quem vende o automóvel, opta por ficar com um de menor valor e recebe a diferença), maior oferta de crédito para financiamentos e o medo de usar o transporte público, ainda por causa da pandemia.
O designer Fabio Ventura comprou um Chevrolet Astra 2009 no fim de dezembro. O carro foi comprado para a mulher por R$ 25 mil. O modelo novo, segundo ele, superaria os R$ 100 mil.
— Não teria nem como comprar um carro de entrada, que já supera os R$ 60 mil. Queria um carro com conforto e mais tecnologia de ponta — conta.
As vendas de veículos novos, incluindo automóveis, comerciais leves, ônibus e caminhões, cresceram 3% ano ano passado, com 2,1 milhões de unidades. Já as de carros novos (automóveis e comerciais leves) cresceram 1,4%, em 2021, com 1,9 milhão de unidades vendidas, segundo dados preliminares que devem ser confirmados amanhã pela Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).
A estimativa inicial das montadoras era de crescimento de 15% nas vendas de carros zero, no início de ano, o que não se concretizou.
Melhora no 2º semestre
Segundo levantamento da consultoria Kelley Blue Book (KBB Brasil), empresa especializada em pesquisa de preços de veículos novos e usados, os carros zero subiram 8,29%, em média, no acumulado de 2021, até novembro. Já os seminovos tiveram alta de 15,07%. Carros usados, a partir de 2017, subiram 21,01% no mesmo período, na média.
— No ano passado, quando havia fila de até seis meses para receber alguns modelos de carro zero, os seminovos do mesmo modelo chegaram a ficar mais caros que os zero quilômetro no primeiro semestre — diz Everton, da Fenauto.
Um Fiat Strada zero, por exemplo, custava R$ 79 mil nas concessionárias. Mas um veículo da mesma marca, seminovo, era oferecido por até R$ 81,7 mil nos revendedores, com pronta entrega, segundo levantamento da KBB Brasil à época.
O mesmo valia para um automóvel Volkswagen modelo T-Cross. O novo custava R$ 113 mil, enquanto o seminovo saía por até R$ 116 mil.
— Com a retomada mais forte da produção de carros zero essa diferença sumiu. Não faz sentido um usado ser mais caro que o zero — diz Antônio Jorge Martins, especialista do setor automotivo, do Instituto de Desenvolvimento Educacional da FGV.
Segundo a KBB Brasil, à medida que a indústria automotiva ajustou os estoques para a nova realidade de oferta e demanda provocada pela crise de abastecimento de insumos, houve movimento mais acentuado de reajustes de preços de carros novos. Isso enfraqueceu o fenômeno de alta maior de preço nos seminovos.
Na expectativa da Fenauto, a produção de carros zero deve se normalizar, a partir do segundo semestre, e as vendas de usados e seminovos fechariam o ano com alta de 3,5%.
— Vamos ter um segundo semestre mais equilibrado, para o lojista não é bom uma alta de preços tão forte nos usados. Fica caro repor os estoques e as margens de lucro diminuem — diz Everton.
Mas especialistas avaliam que a falta de chips deve se prolongar até 2023 por causa do descasamento entre oferta e demanda e veem possível impacto no preço dos seminovos. De 2020 a 2022, a ampliação da capacidade produtiva das fabricantes é de 6%, enquanto a demanda tem alta de 17%.
—A falta de componentes deve se estender até 2023. Muitas empresas estão expandindo a capacidade de produzir chips, mas a demanda por carros novos está reprimida no Brasil e no mundo — diz Antônio Jorge, da FGV.
1 de 1 Preços dos imóveis residenciais encerraram 2021 com uma alta acumulada de 5,29% — Foto: Paula Resende/G1
Preços dos imóveis residenciais encerraram 2021 com uma alta acumulada de 5,29% — Foto: Paula Resende/G1
Os preços dos imóveis residenciais encerraram 2021 com uma alta acumulada de 5,29%, o maior avanço desde 2014, quando houve uma elevação nominal de 6,70%, segundo pesquisa divulgada nesta quarta-feira (4) pelo FipeZap.
Apesar do avanço, resultado ainda está abaixo da inflação projetada para o período, de 9,28%.
O preço médio de venda de imóveis em dezembro, por sua vez, subiu 0,48%, após um avanço de 0,53% em novembro. O índice também ficou abaixo da inflação esperada para o mês, de 0,68%.
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) do mês será divulgado em 11 de janeiro e, se a previsão se confirmar, o valor dos imóveis em dezembro terá registrado queda real (descontada a inflação) de 0,20%.
O FipeZap monitora a variação do preço médio de venda de imóveis residenciais em 50 cidades.
Entre as capitais monitoradas pelo FipeZap, todas regitraram alta nominalnos preços de venda no acumulado no ano. Veja os resultados:
São Paulo: 4,13%
Rio de Janeiro: 2,16%
Belo Horizonte: 3,06%
Brasília: 9,26%
Salvador: 1,57%
Fortaleza: 5,54%
Recife: 4,20%
Porto Alegre: 5,54%
Curitiba: 15,41%
Florianópolis: 15,74%
Vitória: 19,86%
Goiânia: 13,70%
João Pessoa: 8,44%
Campo Grande: 5,97%
Maceió: 18,50%
Manaus: 9,48%
O preço médio dos imóveis em dezembro ficou em R$ 7.874 por metro quadrado (m²) entre as 50 cidades monitoradas. São Paulo se manteve como a capital monitorada com o preço do m² mais elevado (R$ 9.708 /m²), seguida por Rio de Janeiro (R$ 9.650/m²) e Balneário Camboriú (R$ 9.358/m²).
Já entre as capitais monitoradas com menor valor médio de venda residencial por m², foram Betim (R$ 3.091/m²), São Jose dos Pinhais (R$ 3.788/m²) e Pelotas (R$ 3.914/m²).